quarta-feira, 8 de julho de 2009

Notas, agh!

Geralmente estudantes da área de humanas vêem com outros olhos suas notas escolares. Não que a gente pensa que somos mais do que uma avaliação numérica, dada por outro ser humano, que, obviamente tem mais conhecimento que nós, mas é perfeitamente capaz de se equivocar. Na verdade pensamos assim sim, pelo menos eu.



Tá, eu não fui tão mal assim. Mas se tivesse, eu não iria enfiar a cara no travesseiro chorando.

Ps. No trabalho abaixo (Cotas) eu tirei nota máxima. Eeeeeeee

Só pra constar.

Eu odeio amarelo, odeio fígado, odeio o novo Celta, odeio Excel, odeio Internet Explorer, odeio o São Paulo, odeio gerúndio, odeio a imperfeição, odeio Windows Media Player, Odeio Michael Angelo Batio, odeio Times New Roman, odeio sotaque carioca, odeio layout muito redondo, odeio propaganda de varejo, odeio assovios, odeio Campari, odeio roupas Ecko, odeio Linkin Park, odeio Truco, odeio a Globo, odeio sol na cara, odeio assimetria, odeio burocracia, odeio antipatia, odeio a Claro, odeio Allstar limpo.

Pronto, já sabem o que me dar de natal.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Falando por falar.

Já reparou nos animais com certas peculiaridades que existem no mundo?
O camaleão, que muda de cor de acordo com o ambiente em que se encontra, o gato que sempre cai de pé; a barata que se cortada sua cabeça, morrerá de fome; o ornitorrinco, que é mamífero mas não possui glândulas mamárias (solta leite pelo pêlo), bota ovo, da choque, excreta azul.
Mas e você? Você é o animal mais estranho do universo. Sua espécie vive tanto no frio extremo quando no calor escaldante, fica azul no frio, vermelho no calor, roxo quando morre, vermelho de vergonha, amarelo quando está doente, branco de medo.
É carnívoro, herbívoro, vegetariano, ovíparo, canibal. Come coisas que fazem mal, usa substâncias que só levam a prórpia destruição.
Vocês se destroem, se mutilam, se odeiam por pensarem diferente, por parecerem diferente, por viverem diferente.
Ri, chora, sente raiva, se desespera, ama, odeia, despresa...
Se você pensa que o ornitorrinco é um animal estranho, imagina o que ele pensa de você.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A genialidade eterna.

Paul McCartney, Ringo Starr, Jorge Harrison e John Lennon. Se o rock pudesse dizer uma só frase na vida, ele diria: "Obrigado, Beatles"



Dear Prudence tem a base mais perfeita que já ouvi na vida. E o mais incrível é que ela possui apenas 4 notas.
Beatles pra mim vai além da beatlemania, muito além das fãs fervorosas que choravam por eles, muito além dos milhões e milhões de álbuns vendidos, eles representam a revolução do rock e a simplicidade genial.

domingo, 5 de julho de 2009

Defender seu ideal. Sempre?

O trabalho final de Redação Publicitária deixou todos de cabelo em pé. Não só pela dificuldade de criação, mas pela dificuldade que temos de abdicarmos de nossos ideiais em prol do profissionalismo.

Nos foi passada a tarefa de criar 3 peças publicitárias. Uma alltype para jornal, um cartaz e uma página para revista com o tema: Cotas nas universidades.
Bom, fácil, muito fácil. A final quem tem o mínimo de discernimento tem uma pitada de opinião formada pra esse assunto. Mas se for sorteado se você vai defender ou ir contra?

Eu sou totalmente contra esse sistema de cotas. Basicamente defendo a idéia de que não devemos reformar o teto sem ter feito um alicerce de qualidade, pois, uma hora ou outra ele desaba em cima da cabeça de quem mora dentro, e quem reformou pouco se importa. Ou seja, não adianta querermos inserir pessoas a força em uma faculdade pela sua cor, devemos dar é um ensino de qualidade para que ela passe a concorrer de igual pra igual com todos.

Pronto, estava pronto nosso trabalho. Mas, fomos sorteados para DEFENDER as cotas. No começo eu achei péssimo, mas depois parei pra pensar mais e comecei a adorar a ideia. Eu ia ter de pensar algo contra meu próprio ideal. Eu mesmo me confrontaria, e isso eu achei sensacional.

Arguementos pra combater minha idéia básica sobre cotas eu não tenho, por isso achei melhor nem tocar no assunto. Parti pra outro lado, o lado romântico das cotas.

O tema central do trabalho era a injustiça que havia nas oportunidades de ingresso a faculdade para com as raças negra e indígena. E isso acontecia devido a um erro histórico onde as mesmas foram massacradas socialmente pelos nossos colonizadores.

Anúncio Alltype para jornal


Design: Rafael
Texto: Rafael e Alex

Como não pude usar imagens, demos uma "viajada" nas cores do anúncio. Em cima é evidente a separação do branco e do preto. Simboliza uma sociedade onde não há mistura entre raças e etnias. Já em baixo, o cinza representa a miscigenação do branco e preto, e a palavra UNE em vermelho representa também os indígenas.
Leitores de jornais geralmente gostam de números, dados, tabelas. Não que revistas também não gostem, mas o perfil de notícias de jornal são mais cotidianas. Por isso inserimos uma tabela que mostra a evolução do número de negros e indígenas ingressados nas faculdades.

Anúncio para revista (página dupla central)


Design: Rafael
Texto: Felipe

Para a revista, utilizamos um texto mais bem trabalhado. Utilizamos fatos históricos que mostram a injustiça (tema central do trabalho) para com as raças que mais sofrem com o ingresso a faculdade. Um formato de texto qual os leitores de revistas estão habituados. (quem disse que estudar Jornalismo junto com Publicidade não é bom?).
A imagem nos dá a noção de como a sociedade é desunida. As etinias (bolinhas coloridas) estão absolutamente separadas por suas cores e excluem impiedosamente a mais frágil. (no caso, a bolinha em menor número).

Anúncio para cartaz


Design: Rafael
Texto: Alex

Sem muitas palavras, afinal cartaz geralmente se lê em pé, e não há muita paciência para se ler em uma hora dessas. Um título impactante que desperta curiosidade e uma imagem que mostra a união que deve existir entre as raças.

Valeu a pena, gostei muito do resultado final. Não só pelas peças, mas pela capacidade que tivemos de ir contra o nossos ideiais e pela conciência que criei de que isso acontecerá muitas vezes.
Foi simples, simplesmente me imaginei trabalhando como publicitário no governo federal. Eles não querem saber se eu sou contra ou a favor, eles querem que eu defenda com unhas e dentes. A final eu seria pago (e muito bem) para isso.

domingo, 17 de maio de 2009

A chave de ouro.

Finalmente. Depois de 8 anos a "saga da cachaça" do Mike Portnoy (bateriasta, líder e principal compositor do Dream Theater) chega ao fim. 

Vazou na net, hoje, a música The Shattered Fortless do álbum que será lançado ainda no meio do ano. Música essa que finaliza os 12 passos contra o alcoolismo. Um problema que Mike Portnoy vivia na pele e vem escrevendo letras sobre isso desde 2001, em pelo menos uma música de cada álbum.

A saga começou em 2001 com The Glass Prison do álbum Six Degrees of Inner Turbulence, em 2003 This Dying Soul deu continuação, depois The Root of All Evil do Octavarium em 2005 e Repetance em 2007 pelo Systematic Chaos e enfim, finaliza em 2009 com a The Shattered Fortless com o álbum Black Clouds & Silver Linings.

Desde 2005 quando ouvi Octavarium (a música) pela primeira vez, eu não ficava tão animado ao ouvir uma música nova do Dream Theater. The Shattered Fortless me causou arrepios. Que pegada é essa! Remete muito o Dream Theater de Six Degrees Of Inner Turbulence. Algumas partes das outras músicas da saga são tocadas com arranjos diferentes, o que torna perfeita a finalização do "ciclo da cachaça".

terça-feira, 12 de maio de 2009

Santificado seja...

Há exatos 10 anos atrás um ídolo surgia de vez. Um ídolo santificado pela mídia e pelos torcedores. São Marcos. Exatamente o mesmo campeonato, exatamente defendendo pênaltis. E se tudo der certo, exatamente com o mesmo desfecho.





Ele não é respeitado apenas pela torcida do Palmeiras. Dei uma olhada pelas comunidades do Orkut por aí e fiquei muito feliz em saber que a torcida do Corinthians, Vasco, Atlético Mineiro, o respeita e sabe o que ele representa para o futebol. Já a torcida do São Paulo, melhor nem comentar, a final eles não tem culpa do goleiro deles ser o eterno reserva do nosso.

Ele parece aqueles heróis de filmes infantis. É carismático, humilde, brincalhão, bobão. Quem conhece sabe que tudo isso a níveis extremos e sem exagero. Mas o melhor de tudo, tem amor a seu time. Isso quase não existe hoje em dia, e felizmente temos o maior exemplo dessa espécie.

Dia 13 de maio de 2009. O santo opera quase 2 horas de milagres. 90 minutos de bola rolando e, 3 penaltis defendidos.
3, três, three. Três pênatis defendidos em uma mesma partida. Babem, pasmem, idolatrem. Esse é o nosso goleiro, nossa muralha, nosso santo.

Obrigado Marcos, mais uma vez.

sábado, 9 de maio de 2009

Site - DCE Frutal



www.dcefrutal.com.br
Site com área institucional, álbum de fotos, mural de recados, agendamento de eventos, envio de notícias e matérias e enquete.

PHP - Banco de dados MySQL
Estrturação web standards (div + css)
Layout: Photoshop

sexta-feira, 1 de maio de 2009

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Voz, o que é isso?



Hoje eu ri quando fui pronunciar minha primeira palavra do dia. Não tinha voz.
Repetindo o que eu disse há pouco tempo. Quem não experimenta seus sentimentos nos níveis mais extremos não merece nem ter nascido.

Semanas atrás meu Palmeiras perdia para o Santos e era eliminado do Campeonato Paulista, e claro, o mundo do futebol desmoronava pra mim.
Já ontem a história foi outra. Vi meu time jogando como deve jogar sempre. Quando esses jogadores colocam o coração na ponta da chuteira não tem time nesse mundo que segure.
Com um golaço no final do jogo, o Palmeiras se classifica para as oitavas de final da Taça Libertadores da América.
Gritei, gritei muito. E me parece que minha voz ficou no bar onde vi o jogo.
Parabéns Palmeiras.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Contra burguês, baixe Mp3



Faz um bom tempo que eu corro virtualmente atrás de música e nunca, nunca mesmo senti uma fração de remorso por fazer isso. Esse papinho de preservar os direitos dos artistas é uma mera amolação. Não dá mais, podem mudar o disco, gravadoras. A internet é algo tão poderoso que ninguém é capaz de barrá-la.
Eu até tenho uma singela coleção de cd's e dvd's originais, mas tem gente que nunca sequer comprou um cd e eu dou todo apoio. Ninguém é obrigado a pagar 50 reais para ouvir algo que está de graça por aí.


Cultura livre a todos, principalmente a esse país onde a música em evidência é tão pobre e as vezes não passa de lixo sonoro.

domingo, 26 de abril de 2009

Te desafio, Proust



Minha casa sempre foi repleta de livros. Nós nunca tivemos um espaço reservado a eles. Uma estante ou coisa parecida, mas sempre tivemos livros. Eles sempre estão jogados por aí ocupando espaço. De uns tempos pra ca eu ando reunindo na minha rack.
Nem todos eu li, aliás uma boa parte eu sequer abri. Eu literalmente julgo os livros pela capa. Não porque não me interesso em leitura, mas não me interesso por esses que me rondam.

Por volta dos meus 15 ou 16 anos, um primo estava rabiscando um livro na sala, quando minha tia notou, num ataque de fúria deu um grito: - Você tá rabiscando um Proust!
Proust, o que é isso? Por que esse livro é tão importante? Fiquei curioso e comecei a ler. A mesma tia me viu e disse que eu não daria conta de lê-lo, fiquei mais curioso ainda. Por que eu não daria conta? Fui descobrir o motivo logo na primeira página. A leitura é dificílima! Ok, Prost me venceu. Fechei o livro e nunca mais o li.

Desde então, Proust vem me acompanhando onde eu vou. Nunca desafiei novamente mas agora é a hora.

Lendo: Marcel Proust - No Caminho de Swann

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Trabalho - Títulos de Campanhas

Título, Essa palavra me assusta e me causa calafrios.
Deve ser porque eu abomino a mania que as pessoas tem de rotular. Na música por exemplo, se surge uma banda com uma linha totalmente diferente do que ja foi visto, o rótulo é assim:
Speed/Progressive/Power Metal Sinfônico.
Folk/Splatter/White Metal.
Quem abomina isso ainda mais do que eu são os próprios artistas.

Mas isso acima não tem nada a ver, foi apenas uma auto análise (eu ja disse que adoro fazer isso?) do porquê da minha dificuldade em titular as coisas. E eu sei que título é fundamental para uma campanha.

Marshmallow Peepers
“Diga Peepers”

A campanha mostrará crianças de 5 a 8 anos, em cada chamada será uma diferente. Tentando ensinar a falar a palavra marshmallow.
No final ela faz uma cara de desentendimento devido a dificuldade de pronunciar a palavra, aparecendo no canto inferior direito a frase: Diga Peepers.
O título “Diga Peepers” remete a idéia que Peepers deixa tudo mais simples.

Cerveja Bella
“A Bella é assim...”

Em cada anúncio (em revista e cartazes) a frase se complementará com uma imagem diferente.
“A Bella é assim... suave” – Com a imagem de uma mulher vestida com uma roupa curta de ceda.
“A Bella é assim... gelada” – Com a imagem de uma mulher vestida com uma roupa curta, sendo um short e uma blusa de frio (bem decotada) com toca.
“A Bella é assim... cremosa” – Com a imagem de uma mulher tomando sorvete e deramando na mão.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Suécia, eu te amo.

Pela quantidade de bandas de rock/metal progressivo suecas, eu creio piamente que lá devem existir bandas assim como no Brasil existe dupla setaneja.

The Flower Kings, Pain Of Salvation, A.C.T, Anakdoten, Symphony X, Opeth, Evergrey, Andromeda, Carptree...

Que país é esse!




ps. O que eu tenho de bobinho em se tratando de cinema, eu tenho de crítico ferrenho e insuportável em música. Ah, essa é minha área e aqui eu mando e demando.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Desventuras em Série



Definitivamente, eu não tenho senso crítico algum em se tratando de cinema. Eu quase me encaixo naquele grupo de pessoas que se sentem obrigados a terminar de assistir um filme só porque começou, mesmo ele sendo uma droga.

Eu reparei isso quando me peguei assistindo fervorosamente ao filme Desventuras em Série (A Series of Unfortunate Events) na Sessão da Tarde na quarta feira. Ele me fez lembrar outros filmes "infantis" que eu sentia a mesma coisa. Um deles deles é A Princesinha.

Senso crítico por cinema eu não tenho mesmo. Diretores que conheço, no máximo são Baz Luhrman, Fernando Meirelles, Victor Fleming, Quentin Tarantino e outros Hollywoodianos por aí. Mas depois de fazer uma auto-análise (como eu adoro fazer isso) eu descobri o porquê de gostar desse tipo de filme.

Quando pensamos em filmes infantis, qual o começo, meio e fim que esperamos? A felicidade dos mocinhos, os planos do vilão, a maldade do vilão e o sofrimento dos mocinhos, o final feliz.
Por que eu, particularmente, me interessaria por algo tão óbvio? Exatamente por isso, por ser óbvio. Eu sou muito afobado e se eu sei o que vai acontecer em alguma história eu já quero que aconteça logo, é diferente de filmes em que não sei o que acontecerá. E pasmem, torço pra que aconteça! Sim, eu sou uma criança que torce pros mocinhos nos filmes infantis.

Esse é o motivo de eu gostar desses filmes em geral, não só infantis. Mas esse, Desventuras em Série me chamou muito a atenção. Repetindo, eu não sei o que estou falando, entendo tanto de cinema quanto de propulsores espaciais. E pensar que entender de cinema é apenas assistir filmes de hollywood é o mesmo que achar que entender de música é apenas assistir MTV.
Jim Carrey como vilão pra filme infantil. Não tem como dar errado, o cara é perito na arte de ser mau e engraçado ao mesmo tempo. O visual é belíssimo as atuações dos atores mirins surpreendem. A história, apesar do final esperado é empolgante, e como eu disse, cheguei a torcer para tudo dar certo. Mas o melhor de tudo, apesar do desenrolar de conto de fadas, o filme todo tem um toque sombrio, o que deixa muito interessante.

Andei lendo por aí e vi que é história baseada em livros, e como qualquer outra adaptação, o livro é bem melhor.
Vou procurar ler um dia desses...

e-mkt - Posada O Sole Mio



Tudo fica mais belo com um pôr-do-sol. Todo pôr-do-sol fica mais belo com um rio.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Penso, logo desisto.

Ontem eu me peguei pensando:
"Como entrar pra história?"

Pensei por 10 segundos e desisti.
Duvido que alguém que entrou pra história pensou nisso antes de fazer o que mais sabia. Eles simplesmente fizeram. O resto foi consequência.

A vida é muito curta pra perdermos tempo pensando em entrar pra eternidade.

Quem é ela?





Quem é?
Onde vive?
Por que fecha os olhos?
Em que que está pensando?
Quais são seus sonhos?
Qual seu passado?
O que faz no presente?
O que quer para seu futuro?

Quem é você?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Cara, que isso?

Como eu amo a internet. Tanta coisa útil e interessante que achamos.
Ou não...

www.lalalalalalalalalalalalalalalalalala.com (Juro que ri até chorar desse)

www.pudim.com.br (clássico)

Orgulho oculto

Na minha faculdade antiga, toda a sala mantinha uma áspera divergência com uma certa professora e nos sintiamos indignados pelo nível dos profissionais que a faculdade enviava para nos orientar.

Eu, como adoro não ficar sem fazer nada, junto com um amigo com o mesmo espírito inquieto, cansamos de procurar a cordenação do curso para tomar as medidas para contornar a situação.

Por nos auto proclamarmos bode expiatórios do caso, a tal professora tomou uma birra gigantesca contra nós dois, prejudicando de toda forma possível o nosso grupo.
No final do semestre, foi passado um trabalho de criação de um cartaz para estilos de filmes, cada agência (grupo) ficou com um tema diferente.
Como sempre, eu fiz o texto e o meu amigo fez o layout. Mostrei o texto pra minha professora de Redação Publicitária e ela disse que estava ótimo. Ok, estava pronto o trabalho.

Pronto? Só faltava mostrar pra tal professora. Como era esperado, mil e um defeitos foram jogados na arte. O que nos deixou indignados foi o fato dela questionar coisas que usamos por livre iniciativa. Ela queria que a gente fizesse como ela teria feito, disse que aquela cor de fundo não estava boa, aquela fonte não era legal, a foto não era suficientemente boa... ou seja, ela não quis deixar a gente criar, quis tirar nossa liberdade. E quer tirar minha liberdade de criação é brigar feio comigo.

No mesmo trabalho, uma outra agência estava com dificuldade na criação da arte. Um amigo me pediu umas dicas e como eu tenho o coração bom eu acabei fazendo tudo pra ele. Foi maravilhoso e decepcionante ao mesmo tempo. A professora só faltou comprar a arte por milhões de dólares, nunca vi ela elogiar algo com tanta vontade. Criatividade, diagramação, cores, ela não achou um defeito sequer. E olha que eu tinha certeza absoluta que o nosso estava bem melhor.

Deu muita, mas muita vontade de esfregar na cara dela que fui eu quem o fiz, mas o bom senso fala mais alto. Fazendo isso eu prejudicaria a outra agência, então fiquei quieto. Ocultei meu orgulho, camuflei minha alegria e gargalhei por dentro. No final eu venci, mesmo que ela não saiba disso.

Valeu a pena? Sim, faria tudo denovo e de trás pra frente em língua inglesa. Eu sou meu maior crítico e meu pior inimigo, eu sabendo que fiz o que deveria ser feito já está passando de bom. O mundo saber é consequencia.