domingo, 25 de julho de 2010

Prepare-se para o pior.

Talvez você tenha ouvido falar disso há pouco tempo. Sabia que isso existia, mas não imaginava que tinha um nome. É aceitável, pois coisas tão idiotas assim normalmente não têm nome. É o famoso bullyng.

Bulling nada mais é que uma espécie de violência física ou psicológica praticada por algum indivíduo contra alguém que não pode se defender. Bully, em inglês, quer dizer valentão. São os tão retratados valentões das escolas que abusam dos nerds, negros, gordos etc.

Já não bastasse o projeto de lei que proíbe os pais de dar palmadas nos filhos, agora esse assunto está sendo largamente discutido e até criaram uma lei anti-bullyng. Algo nisso preocupa. O que o mundo irá se transformar quando essa geração extremamente protegida tomar o poder?

Desde que eu me lembre, eu sempre sofri de alguma forma bullyng na escola. Eram valentões bravos por causa de suas namoradas, querendo roubar meu lanche, andar na minha bicicleta entre outras coisas. E, pelo que eu saiba, nunca tive problemas psicológicos, nunca quis me isolar do mundo e muito menos saia chorando pra alguém. Eu procurava era me virar e contornar a situação. E conseguia, da minha forma, sem usar de violência, pois com 10 anos eu tinha a força de um coelho.

É isso que vai faltar daqui 40 anos se isso continuar. Vão faltar pessoas com pulso, que saibam se virar em um mundo onde leis não são seguidas por todas. Essa geração de fracos e frescos atual vai se multiplicar e, seus filhos, os protegidos por lei serão cada vez mais fracos.

terça-feira, 20 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Wanna Rock and Roll All Night



Dia 13 de julho. Dia do estilo musical mais popular do mundo, o rock. É com certeza que se pode falar que é realmente o estilo mais popular do mundo? Sim, com a mesmo certeza que se tem que a água é líquida ou que cerveja Bella causa dores de barriga. Pode-se ter certeza porque o rock é o mais abrangente. Suas vertentes atraem revoltados com o sistema, intelectuais, apaixonados, suicidas e uma infinidade de gente comum que vê o rock não só como música, mas como um estilo de vida.

O rock em evidência atual não é uma coisa que quem conhece a fundo essa riquíssima ideologia pode se orgulhar. Muito pelo contrário. Como o estilo, depois dos anos 60 e explodindo nos anos 70 se tornou o que havia de mais lucrativo para a indústria fonográfica, ele tem se tornado cada vez mais uma tendência, a qual os poderosos por trás dos talentos a moldam de acordo como pensam e criam essas aberrações musicais que fariam Jim Morrison, Ian Anderson e Jimi Hendrix se esconderem de vergonha.

Sim, existem muitas bandas atuais que fazem jus ao nome, porém elas não interessam as gravadoras e não dão lucro. O que deixa o estilo em uma espécie de submundo da música. O que eles enfiam garganta abaixo dessa geração alienada e que chamam de rock hoje em dia... bom, sem comentários, hoje não é dia.

Não, o rock não morreu. Sua essência morreu. Sua atitude e seu futuro praticamente inexistem. Não existe mais uma revolta contra um sistema político opressivo, dificilmente vemos mentes brilhantes tendo seu trabalho reconhecido. O que temos hoje como rock são... Bom, eu ia citar exemplos, mas melhor não. Hoje não é dia de lamentar a podridão (principalmente no Brasil), mas celebrar aqueles que fizeram história e, enquanto não surgir no mundo algo que chegue ao nível de sua magnitude, Led Zeppelin, AC/DC, Beatles, Black Sabbath, The Doors, Deep Purple serão sempre exaltados como ícones do maior e mais importante estilo de música de todos os tempos.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Trabalho - Edição de vídeo.

Como é de costume, vou postar o trabalho final do semestre de Redação Publicitária.



Idealização e redação: Ju cabeça de pera
Filmagem: Wander
Edição: Rafael

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Veias capilares

Não, meus dedos não foram comidos por crocodilos. Muito menos me tornei um microblogger tuiteiro. O que faltava pra eu escrever aqui era exatamente o que tenho nesse momento: Tempo livre, uma cama bagunçada, um notebook ligado na tomada e um banho tomado. Não foi por falta do que falar, pois se eu não tenho o que escrever, eu escrevo qualquer coisa, como agora. É quase uma reflexão sobre nada, porém é algo sobre esses últimos meses tão conturbados da minha “vida profissional”.

Já trabalhei com webdesign e, por mais que eu ache impossível fazer as duas coisas perfeitamente, projetava layouts e programava ao mesmo tempo. Hoje me dedico exclusivamente à criação gráfica, editoração eletrônica e algumas gambiarras possíveis e prováveis de uma gráfica pequena. O que isso tudo tem a ver com criação de propagandas para rádio pode parecer difícil de saber, desde que o interessado não me conheça a ponto de não estar a par da minha paixão por criar textos tomando sorvete, tomando banho, andando na rua ou até dormindo. Não sei se vai dar certo, mas há pouco tempo encarei o desafio de criar spots para rádios. Meu primeiro trabalho foi feito justamente como pensei que seria. Pensei o dia todo no spot nos momentos de ócio mental (foi a única vez que adorei ter sido escalado para dar uma mãozinha para o setor de acabamento da gráfica), cheguei em casa e apenas moldei o texto de acordo com os conceitos, frases e falas em que criei ao longo do dia. O texto foi bem modificado, mas pouco da essência que eu queria injetar havia ficado. E ainda teve aquela desculpe que me animou um pouco: - Ta ótimo por ser a primeira vez.

É pouco? Recentemente recebi uma proposta para “tocar o barco” de uma loja virtual especializada em peças e acessórios de carros. (não é a auto peças que eu trabalhava). E pra melhorar (ou piorar), além de design e programação, vai ficar por minha obrigação o marketing on-line. Na verdade duvido muito que o dono saiba do que se trata isso, mas eu tenho plena consciência que um site de vendas não sobrevive sem uma boa e constante divulgação. E adivinhe o que falta para eu aceitar? Um telefonema, uma conversa e uma boa proposta.

O que é bom nisso tudo? Obviamente eu não sou um profissional pleno nessas áreas que eu me aventuro mundo a fora, nada disso. O charme é aceitar desafios, e o resultado é saber qual caminho traçar nessa veia capilar chamada publicidade e propaganda.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Eu me cadastrei, e você?

Ajudar o próximo faz parte da natureza humana. Claro que a especialidade de muitos é arruinar sua espécie, mas normalmente ficamos felizes em poder ajudar alguém de alguma forma.
Eu tenho um sonho que pode soar forçadamente altruístao, mas não é. É simplesmente verdadeiro. Que é doar uma medula óssea pra depois olhar nos olhos de quem recebeu e ter a consciência de que aquela vida foi salva por mim. Não por um ato heróico de salvamento em um incêndio ou evitando alguém de ser atropelado, mas apenas porque eu fiz algo que deveria ser feito. Nem todos podem sequer tentar salvar alguém de um incêndio, mas se cadastrar para a doação de medula óssea é algo tão simples que todos deveriam fazer.
Primeiramente, basta se inscrever em algum ponto de cadastramento de medula. Eles recolherão seu sangue e o cadastrarão no Banco Nacional de Doadores (REDOME - INCA www.inca.com.br). Depois de muitos exames, caso encontrem alguém compatível, você será convidado a fazer a coleta da medula.
É muito difícil encontrar pessoas compatíveis, mas quanto mais doadores, mais serão as chances.

sábado, 5 de junho de 2010

O menu, por favor.

De sorvete a buffet, de espalhafatoso a tons de cinza, de rústico a moderno. Cardápios.



quarta-feira, 2 de junho de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Lost nunca terá um fim.

Lost sempre esteve em um patamar acima das outras ao longo de sua história. Por mais que existessem mistérios, viagens no tempo, ursos polares, monstros de fumaça e outras coisas inimaginéveis, o que sempre teve seu papel principal era o ser humano e principalmente, seus problemas psicológicos e sociais.

Como o próprio Jacob (espero que saiba quem seja) disse, todos que estavam lá eram pessoas incompletas, infelizes, “quebradas” e Os 6 anos da série mostraram isso perfeitamente. Seja através de flashbacks ou na realidade da ilha, tudo que estava em evidência era o ser humano tentando sempre se redimir de erros cometidos. De resto, era apenas pano de fundo.

E pra sacramentar, cravar pra sempre Lost nos corações e mente de todos os fãs, a série teve um final que jamais será esquecido. Não apenas pela forte emoção de enfim saber o que aconteceria a todos os sobreviventes do Oceanic, não apenas pelas mortes, reencontros, sofrimento. Não, não. O que fez Lost não poder sair da cabeça de quem acompanhou foram as lacunas deixadas em aberto. Felizmente para uns, infelizmente para outros, o que vemos no final foi algo extremamente reflexivo, não entregando nada mastigado. O que nos fará pensar em seus porquês e “comos” pelo resto da vida. É muito mais mágico cada um refletir como quiser, e agradeço muito ao J.J Abrans também pensar assim.
Novamente o ser humano foi explorado, mas desta vez, fomos nós espectadores.

domingo, 16 de maio de 2010

Sessão Cult - Barry Lyndon – Uma pintura em movimento

Dentro de 1 ano eu pensava ter assistido o essencial da filmografia do meu diretor de cinema favorito, Stanley Kubrick. Laranja Mecânica, Dr. Fantástico, O Iluminado e 2001: Uma Odisséia no Espaço. Assisti também outros grandes longas assinados por ele, Nascido para Matar, de Olhos bem Fechados e Glórias Feitas de Sangue. Dentre os que faltam, apenas 3 eu ainda pretendia assistir. Lolita, Spartacus e Barry Lyndon.

Hoje criei ânimo e resolvi assistir o gigantesco Barry Lyndon sem muitas pretensões de inseri-lo no meu rol dos favoritos de Stanley. Pois pelo que li em sites especializados e fóruns, o filme é considerado uma obra prima sim, mas apenas para quem estuda cinema, devido a sua magnífica fotografia, iluminação única e enquadramento “a la Kubrick”, porém com um enredo maçante e história forçadamente “arrastada”. Bom, nada pode ser mais arrastado que 2001: Uma Odisséia no Espaço e isso não encaro muito como defeito.

Se especialistas ou cinéfilos impõem que o visual de Barry Lyndon é perfeito, ninguém em sã consciência poderia discordar. O longa é uma (mais uma) revolução do cinema. Para começar, toda a iluminação foi feita apenas com luz natural do sol, e para as cenas noturnas ou ambientes fechados, era feita à luz de velas. E para isso, usou de uma câmera especialmente projetada para esse tipo de ambiente. Já não bastasse toda essa preocupação, todo o figurino foi feito com roupas verdadeiras, todas feitas na segunda metade do século XVI. Tudo para que, no final, o espectador tenha uma visão perfeitamente real do que se passava na época. A fotografia e enquadramentos se dão como em todos os filmes de Kubrick, com um toque único.

Analisando a forma de arquitetar o visual de Barry Lyndon, nós, brasileiros, podemos comparar com o modo de criação dos poemas parnasianos (apesar de ter nascido na França, teve maior evidência por aqui) do início do século XX. Assim como Kubrick visa tem por objetivo a perfeição fotográfica, os escritores buscam sempre a perfeição nas formas, montando sempre o poema e suas rimas como um ouvires molda uma jóia. Porém as comparações com parnasianismo devem parar mesmo na sua forma visual. A “arte pela arte” do estilo literário o faz visar apenas as formas, pondo de lado o conteúdo. Isso não acontece em Barry Lyndon. O enredo e histórias podem ser considerados maçantes, mas apenas para aqueles não familiarizados com o tipo de obra que Stanley proporciona. O filme é repleto de detalhes, onde ninguém fez questão de acelerar o passo para que ele termine rapidamente. Detalhes que podem ser comparados a pinceladas em um quadro de auto-retrato, onde cada traço tem seu propósito de existir, e se não existisse, sentiríamos que está faltando algo. Como os traços em uma pintura, os sorrisos, os olhares, os silêncios, os passos, sons, conseguem ilustrar perfeitamente o clima da aristocracia da Grã-Bretanha. O que Barry Lyndon finalmente nos passa é uma sensação de que vemos realmente um belíssimo quadro em movimento. Uma pintura com traços de Caravaggio, conteúdo de Picasso e um surrealismo de Salvador Dali.

sábado, 15 de maio de 2010

Só pra constar (2)

Não me orgulho de de não ligar pro aquecimento global, de ligar o ventilador no frio só pra não dormir no silêncio, de ser manipulador, de ser ciumento, não gostar de amarelo, de ter mania de organização, de ser tão nostálgico, de gostar de O Mágico de Oz, de ser tão pragmático, de não olhar pra trás quando assoviam, de passar marcha sem pisar na embreagem, de ter perdido meu celular, de pensar que todos são idiotas antes de conhecer, de gostar de Rasputina. Não me orgulho de não ter orgulho disso tudo.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Péssima pergunta.

Já é meio que sabido que a pior coisa para um produto ruim, é uma boa propaganda. Mas a sorte da Antartica Sub Zero é que isso que está sendo veiculado na tv é tão ruim quanto o produto.

Eu como um bom apreciador de cerveja me sinto com o mínimo de gabarito possível pra falar que essa cerveja é ridícula, ruim, depreciável. E ainda vem com umas características (duplamente filtrada abaixo de zero) que são nada mais que marketing. E como estudante de Publicidade e Propaganda, também achei o mesmo de sua peça pra tv. Juntando essas duas coisas, algumas perguntas pertinentes vem a cabeça.

Como assim "refrescante"? - Ok, cerveja agora virou Coca-Cola pra matar a sede.
Como assim "duplamente filtrada abaixo de zero"? - Ela esquenta do mesmo jeito.

O que faria eu trocar minha velha e boa Brahma por isso? BOA PERGUNTA.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Emoção²

Devo ter sido único da faculdade que votei nesse comercial como o melhor de Cannes 2009. Mesmo porque tinha concorrentes de peso como Encounter da Coca-Cola e Dog Fish da Volkswagen.
Mas o que mais me chamou atenção nesse filme para o perfume Flora da grife italiana Gucci é a expressão/emoção/sentimento/algo inexplicável da garota. É algo puro que dá pra se notar apenas por pouquíssimos segundos de tomada em seu rosto.
Dá pra se notar, mas não explicar.


sexta-feira, 30 de abril de 2010

En mi vida.

Sempre quando penso em música em espanhol, me vem a cabeça Alexandro Sanz, Menudos, Manah ou outras coisas melosas e piegas desse tipo. Talvez por isso eu sempre desdenhei tudo que fosse cantado em espanhol. Eu tinha em mente que dessa língua só saia baladinhas preguentas. Sempre achei, mas não mais.
Se hoje eu conheço alguém com o mesmo preconceito que tinha, orgulhosamente convido o indivíduo a conhecer um verdadeiro tapa no pé do ouvido chamado The Mars Volta.

Segundo a nossa saudosa Wikipedia: São considerados como uma banda de rock progressivo com vasto experimentalismo, e com influências de jazz fusion, rock psicodélico, hard rock, punk rock e música latina.
É, música latina no meio disso tudo. Difícil de imaginar?

L'VIA L'VIAQUEZ

E pra não fugir do costume, uma baladinha (nem tão romântica assim)

ASILOS MAGDALENA



segunda-feira, 19 de abril de 2010

Disainer Gráfico

É engraçado (pra não dizer trágico) como os “designers” de gráfica fazem porcarias. Sim, eu trabalho em gráfica e posso não ser um exímio designer gráfico, mas eu felizmente enxergo a linha do ridículo que muitos da minha classe sequer sabem que existe.

Aqui vão algumas regras do desain de gráfica.



Fontes. Todas possíveis e imagináveis, sendo uma em cada linha. Não importa se vai ficar difícil pra ler, a fonte tem que ser “trabalhada” e o “padrão” da Arial, Verdana e Futura é proibido. As mais recomendadas são Banff e Monotype Cursiva.

Cores. Primeiramente e o mais importante: Branco é expressamente proibido. Degradês de amarelo pra azul são altamente recomendáveis. O anúncio pode ser para uma relojoaria ou para um açougue, as cores devem ser “vivas” e carnavalescas. Seguindo a regra das fontes, cada linha também deverá ter uma cor diferente e de preferência com contorno de cor diferente.

Elementos geométricos. Todos os anúncios são varejistas. Seja para a Ferrari ou a loja de roupas da esquina, portanto a velha estrelas com características do produto são indispensáveis. Assim como os círculos ou outras formas geométricas.

Textos. Imagine um feirante esgoelando para vender suas verduras. É isso que o anúncio de gráfica tenta fazer. “COMPRE ISSO!!!”, “VENHA CONHECER!!!”, “FAÇA-NOS UMA VISITA!!!”. Textos no imperativo (quase implorativos) em caixa alta e três pontos de exclamação.

Imagens e fotos. Existe apenas um banco de imagens: Google. É comum ver em um cartaz de 60cm uma imagem de 300x300 encontrada no Google. E pra melhorar, a falta de habilidade para recortar o fundo da figura dá o tom especial do ridículo.

Efeitos. Eis a maior alternativa para impressionar. Já que idéias não surgem comumente, e o layout não deve de forma alguma ser limpo, a saída são as sombras, contorno interativo, preenchimento de textura ou aqueles pincéis especiais de figuras do Corel que dão um charme a mais no layout.

Variados. Textos desalinhados, telefones gigantescos, nome do dono do estabelecimento, logomarcas com contorno...

Pelo menos uma coisa é certa. Muitos arte-finalistas fazem isso não por vontade própria, existe algo chamado “cliente”, que pensa que nasceu designer/publicitário que não tem visão alguma, obriga o pobre coitado salariado a ceder aos seus caprichos.

domingo, 18 de abril de 2010

O que é feeling?

Ainda não inventaram um medidor de feeling, portanto é algo absolutamente relativo. Variando de cada pessoa e o que a toca ao ouvir uma música. Ou seja, é uma questão de sensibilidade.

Feeling pra mim é isso:



Falta de feeling pra mim é isso:



A música aqui deixou de ser expressão. Não há sensibilidade. O guitarrista (Michael Angelo Batio), empunhando uma aberração de quatro braços é apenas um exibicionista e não acrescenta nada com suas dezenas de palhetadas por segundo. Não existe melodia, não existe nexo. Apenas velocidade e coordenação motora não bastam pra um músico. É preciso de algo que o faça ser insubstituível por um robô. Robôs conseguem ser rápidos, mas não podem ser geniais e ter feeling.

sábado, 17 de abril de 2010

Fotos Históricas (4)



Praia Grande - 2009

- Olha, uma caixinha do Habbib's
- E tá cheia de esfirras
- Vamo dá pro DaLua comer

O bom de tudo, tudo mesmo. É ter história pra contar.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Imagem e ação.



Nem sequer é para mim uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres refletem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido. - José Saramago

Como José Saramago tem muito mais autoridade que Rafinha Bastos e Marcos Mion, continuo achando Twitter uma porcaria.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Um fim do mundo bem previsível.

O que eu vou fazer agora é algo como subir na onça morta pra tirar foto. Não são só os Maias que previram alguma coisa. Eu, muito antes de assistir o filme 2012, previ algumas coisas.
O filme é um amontoado de clichês. O mais evidente: O homem que separa de sua mulher devido a falta de atenção para a família e trabalho excessivo. Ela passa a viver com outro com seus 2 filhos, o que gera muito ciúme nele, já que ele não tem um relacionamento bom com eles, do contrário ao com seu "novo pai". É isso mesmo, aquelas outras dezenas de filmes tinham algo assim.



Não é bom se irritar com os exageros do filme, pois como uma boa superprodução hollywoodiana, é rotina ter limosines atravessando prédios caindo; pilotos com praticamente experiência nenhuma, manuseando um avião gigantesco como se fizesse isso a vida toda. Se não quiser ver isso nem perca seu tempo na próxima vez.

Efeitos especiais: Fabulosos. A melhor cena foi a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro desmoronando, chocante. Tudo é muito empolgante, sempre o chão desabando, vulcões em erupção, água pra todo lado.

O que eu previ era isso, um filme com uma produção extraordinária e efeitos especiais arrepiantes e uma história de tragédia como todas as outras.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Agora sim - Top 10 bandas.

Eu nunca ousei listar minhas 10 bandas de rock favoritas. A dantesca dificuldade que via nisso era escolher a primeira, segunda e terceira. Mas hoje, num ato de coragem, enfim organizei essa bagunça.


1 - Pink Floyd
Não foi fácil aceitar ela na frente de Led Zeppelin. Mas enfim, Roger Waters e cia formaram a maior banda de todos os tempos. Não tão populares como os Beatles, nem tão virtuosos como Dream Theater. Mas a genialidade dessa banda, seja pelos conceitos, letras ou solos, me impressona até hoje.



2 - Led Zeppelin
Foi a primeira banda de rock que ouvi. Aos 9 ou 10 anos de idade nem fazia idéia do que esse quarteto inglês significava para o rock. Nos tempos da Beatlemania, foi a primeira banda a tira-la do topo. É a fusão perfeita do hard rock e blues com a extraordinária pegada de John Bonhan.



3 - Dream Theater
Dentre essas, foi a única que vi de perto em um show ao vivo. Senti na pele o poder da bateria de Mike Portnoy. É o lado extremo dessa lista em termos de complexidade técnica.


4 - Porcupine Tree
Com quase 20 anos na estrada, o Porcupine Tree possui uma densa discografia e com seu rock progressivo “modernizado” vem angariando uma legião de fãs ao longo dos anos.



5 - The Flower Kings
Encabeçando a lista das bandas suecas (que não são poucas), o mais tradicional grupo de neo-progressive rock oriundos desse país. The Flower Kings deixa transbordar feeling em suas melodias, que facilmente atravessam a barreira dos 20 minutos.



6 - The Beatles
Beatles pra mim vai além da beatlemania, muito além das fãs fervorosas que choravam por eles, muito além dos milhões e milhões de álbuns vendidos, eles representam a revolução do rock e a simplicidade genial.



7 - Green Carnation
Tchort deixou uma das maiores bandas de Black Metal do mundo para formar uma banda que, de início, soava inexplicavelmente como death/doom metal com metal progressivo. Aos tempos a sonoridade foi mudando até o último álbum da banda ser uma gravação acústica. Loucura? Não. É só um músico que corre atrás do que quer.



8 - Radiohead
Há pouco tempo, eu torcia o nariz para essa nova geração de bandas da Inglaterra e só de ouvir o nome desse país, a palavra Indie me vinha à cabeça. Deixei o preconceito de lado e mergulhei a fundo nessa extraordinária e depressiva banda.



9 - Transatlantic
A união de 4 dos maiores nomes do prog atual não podia dar errado. Ninguém menos que Neal Morse, Mike Portnoy, Ronie Stolt, Daniel Gildenlow (não mais) e Pete Trewavas formam a seleção mundial do rock progressivo. Transatlantic.




10 - AC/DC
O poderoso e grupo australiano dispensa comentários pelo simples fato de, mesmo com quase 40 anos de estrada, ainda mantém a essência de seu bom e puro rock and roll.

Atualização 08/04/2010: Que vergonha. Eu tinha colocado uma foto que nem de longe eram os Beatles. Valeu pelo toque Nilto o/