quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Explicações impossíveis.

Quando alguém me pergunta que tipo de música eu gosto, eu respondo:
-De música chata.
Como vou explicar pra alguém que eu gosto de músicas de 20 minutos, cheias de significados e solos de tudo quanto é coisa. Rock Progressivo? Neo Prog, Zeuhl, Space Rock. Ah não, eu gosto é de música chata mesmo.
O mesmo acontece com filmes:
-Filmes antigos e chatos.
Filmes em preto e branco, as vezes com produções duvidosas. Mas sempre com algo que não vemos em Crepúsculos ou Harry Potters por aí...
Mas o melhor é essa: -Você faz faculdade de que?
Pra quem sabe o que é Publicidade e Propaganda, ótimo! Mas e quem não faz idéia do que é?
Pra ficar mais fácil eu falo Jornalismo. É mais fácil alguém me imaginar apresentando o Jornal Nacional de terno e gravata do que criando uma campanha publicitária de calça jeans e allstar.
Se eu fosse no mínimo arrogante, poderia dizer do que eu gosto ou estudo e deixar a pessoa a deriva. Mas não, eu sou um cara legal e faço um esforcinho.

Ah, feliz ano novo!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Stanley Kubrick e Pink Floyd – Dois universos que se chocam.

Stanley Kubrick e Pink Floyd – Universos que se chocam

O que um diretor de cinema e uma banda de rock progressivo teriam em comum? Seria difícil de imaginar se fosse qualquer diretor e/ou qualquer banda. Mas trata-se de mentes geniais que marcaram pra sempre suas áreas de atuação.
Mas, a relação entre os dois vai além do puro fato de suas genialidades e importância para o cinema e a música. Stanley Kubrick foi um diretor revolucionário, criou filmes que, com certeza, pelo menos um, está na lista dos 10 melhores de todos os tempos de qualquer cinéfilo. Pink Floyd foi uma mega banda admirada por todos amantes de rock progressivo. É o carro-chefe do estilo e a primeira a ser mencionada nesse assunto. O que veremos aqui são características em comum entre os métodos de criação de um marco no cinema e na música.

A exaustiva busca da perfeição

Ainda criança, Kubrick ganhou de seu pai um tabuleiro de Xadrez. Com certeza o pai não fazia idéia da importância disso. Esse simples presente ajudaria criar um espírito perfeccionista em seu filho. Perfeição sempre almejada nas formas, planos de filmagem e fotografias de seus filmes. Onde mais se pode ser notada é no filme Barry Lyndon, seu filme mais visualmente perfeito. Enquadramento, luz e também as atuações. Os atores tiveram que repetir exaustivamente as cenas para finalmente sair como Kubrick queria. É tido também como um marco na fotografia cinematográfica.
A busca da perfeição é uma característica de todo rock progressivo. Mas como o Floyd é a locomotiva desse estilo, cabe a ela o maior reconhecimento. O perfeccionismo do Pink Floyd poderia se resumir a um nome: Roger Waters. O britânico é conhecido como rabugento e excessivamente metódico na composição de suas músicas. Mas não, não se resume a apenas ele. Existem outros três com o mesmo espírito sempre inquieto. David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason. Cada um em seus instrumentos. Cada acorde ou solo, letras ou capas é meticulosamente criado para o conceito dos álbuns. Nada é por acaso, tudo está lá porque tem um devido propósito.

O espaço e o tempo

O quesito primário para se assistir um filme de Kubrick: Ter tempo sobrando. Os filmes facilmente ultrapassam às 2 horas. Já o Pink Floyd tem uma discografia regrada de músicas com mais de 10, 12, 15 minutos, algumas com mais de 20. A banda além de ser rotulada como “progressiva”, está inserida em um estilo visivelmente comparável aos filmes de Stanley Kubick, trata-se do Space Rock. Esse estilo é marcado pelas longas passagens de instrumentos, como sintetizadores e uso experimental de guitarras. Kubrick esbanja tal característica. Seus filmes são marcados por longas cenas e, principalmente diálogos. Diálogos que fazem o espectador penetrar profundamente na mente do personagem. O que Kubrick e Floyd magistralmente fazem com isso é prender seu público mostrando o conteúdo denso e, mutas vezes, enigmático, que de suas obras. Embora para muitos não familiarizados com o tempo das músicas e filmes se trata de uma bela provação de paciência.

Megalomania

É difícil imaginar a produção de 2001: Uma Odisséia no Espaço em 1968. Não é um filme pra essa época, não existiam recursos para uma produção tão gigantesca. São efeitos especiais que até para hoje podem ser considerados de alto nível. Kubrick sempre pensa a frente de seu tempo, mas para a produção desse filme ele parece ter se teleportado para o futuro.
Mais difícil ainda era imaginar uma banda na década de 80, em pleno fervor punk, levantar um muro de dezenas de metros no palco pra depois simplesmente destruí-lo, bonecos infláveis gigantescos, shows de luzes e conteúdo. Esse era o Pink Floyd em sua megalomaníaca turnê The Wall. O show The Wall Live in Berlin, que não era com o Pink Floyd mas apenas com Roger Waters foi considerado um dos maiores espetáculos da história da música. Destaque também para a turnê Division Bell com o famoso espetáculo de luzes.
A banda era conhecida por seu experimentalismo com instrumentos eletrônicos como sintetizadores e teclados. Era a banda que tinha, na época, o mais impressionante equipamento musical de todo mundo. Eram caminhões que seguiam viagem em suas turnês e postas no palco.
Foi uma das raras bandas adeptas do sistema de gravação quadrifônica. De tão impressionante era a sua complexidade técnica para instalação e alto custo de implantação o sistema foi um fracasso.

Conceito e conteúdo. O ser humano e seus conflitos

Dr. Fantástico, um fictício desfecho da Guerra Fria caso um cientista com problemas mentais fosse ouvido; Laranja Mecânica, um jovem líder de uma gangue que se diverte estuprando e promovendo a ultra violência que é submetido a um tratamento de choque para curar sua loucura; O Iluminado, uma pessoa aparentemente normal que de tanto ficar isolada enlouquece a ponto de querer matar sua esposa e próprio filho.
Dark Side Of The Moon traz músicas que refletem diferentes fases da vida humana, seus elementos mundanos e fúteis, e a sempre presente ameaça de loucura; The Wall, um rapaz que constrói um muro em sua consciência para isolá-lo da sociedade, e, através das drogas, refugia-se num mundo de fantasia que criou para si.
Nada tão complexo e denso como a mente humana e, mais precisamente, sua loucura. O tema foi tão explorado por Floyd e Kubrick que acabou se tornando características fundamentais de suas obras.
Arte nada mais é que a expressão de sentimentos através de formas, sons, cores e conteúdos. Pink Floyd e Staneley Kubrick podem ser vistos no rol dos grandes gênios da humanidade que usam sua “insanidade” para chegar aonde chegaram. Um vez considerando o extremo apelo a loucura humana nas obras do e seu desdém as tendências.

2001 e Echoes.

Strauss que me perdoe, mas Echoes nasceu para ser trilha sonora de 2001: Uma Odisséia no Espaço.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Natal, natal.
O que é Natal?
Para os donos de lojas de móveis, é a época das grandes promoções.
Para os publicitários, é hora de fazer campanhas sazonais.
Para os economistas, é tempo de fazer projeções de quanto as vendas aumentarão.
Para os desempregados, uma chance de conseguir um emprego temporário.
Para os empregados, feriado (com um pouco mais de sorte, recesso)
Para as crianças, presentes.
Para os pais, contas.
Para os donos de carros, já pensar no IPVA.
Para os corretores de imóveis, IPTU.
Para os arte-finalistas, é hora de usar cor vermelha.
Para os donos de mercados, é época de vender peru, tender e chester.

Pra mim, um pouco menos capitalista, é hora de ver a família reunida.

Feliz Natal.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E o inverso mostra como se faz.

A ferramenta ou técnica que eu mais admiro na publicidade é a utilização do oposto. É fantástico ver uma campanha onde o principal objetivo é divulgar um produto/serviço mostrando o inverso do que qualquer um faria.
Como a campanha da Smirnoff. Um casal, dentro de um avião, está prestes a pousar em Mianmar. Quando um deles diz (algo parecido): "~180 países com Smirnoff para parar, paramos em um que não tem Smirnoff".
Ou seja, os ~180 países onde se vende Smirnoff foi deixado de lado e a propaganda focou um país onde não vende. Qual resultado disso? Uma mega mensagem de que existem pouquíssimos países onde não se vende a vodka, e, consequentemente, enúmeros países onde se vende.
Eu fiz algo parecido no trabalho final de Redação Publicitária II. Para uma franquia de hot-dog eu criei o título de campanha "Bom até pra gato" e foquei gatos (pode-se dizer o contrário de cachorros) nas peças. (Pois é, eu engatinho nisso ainda).
Acredito que é uma boa forma de abrir a cabeça das pessoas. Esquecem um pouco o óbvio pregado feito chiclete e criar aos poucos um novo conceito sobre o que as rondam.

Por fim. Nada que eu vi até hoje se tratando da técnica do inverso chega perto disso:

Vídeo promocional Google Chrome


É genial. Tanto a mulher tocando harpa ao fundo (dando a impressão de que ela apareceu por acidente), quanto a forma de mostrar as vantagens do Chrome de forma tão "não-tecnológica". O que faria alguém criar um vídeo para um navegador de internet sem "aparatos tecnológicos", sem efeitos visuais vertiginosos, sem setas voando, sem microchips no fundo, sem fibras ópticas, sem musica eletrônica empolgante de um dj japonês...?

O que faz alguém criar isso é o que o difere de seres humanos óbvios comuns. E eu ainda quero descobrir...

Um 2009 nada verde.

2009 foi um ano que jamais sairá da cabeça de qualquer palmeirense. Infelizmente.
Começamos o ano superando as espectativas. Atropelamos tudo e todos na primeira fase do Paulistão. Contando com a ajuda da maior promessa do momento. Keirrison. Fomos eliminados nas semi-finais com duas memoráveis atuações pífias dessa promessa, que se mostrou apático em jogos decisivos e em clássicos importantes.
Após muito sofrimento, e um gol histórico de Claiton Xavier, passamos para a segunda fase da Libertadores da América, passamos pelo Sport graças ao santo que temos em baixo das traves e, novamente, a esperança de gols chamada Keirrisson sequer corria em campo. Fomos eliminados nas quartas de final.
Já não bastava tanto desastre, eis que começa o Campeonato Brasileiro. Trocamos de treinador, eliminados o lombriga camisa 9 e começamos uma campanha rumo ao título. Diego Souza enfim mostra seu futebol e com uma sequencia de êxitos que nos faz sermos apontados como o melhor time do Brasil e favoritíssimos ao título.
Inexplicavelmente, conseguimos perder para os piores times do campeonato. Perdemos a liderança e no final não ficamos nem com a vaga para a Libertadores de 2010.
Foi um ano pra se esquecer, mas isso será impossível.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Um dedinho de prosa

RAFeW: uma vez eu li uma frase tão.. tão sei la o q
RAFeW: me fez pensar que nós somos apenas um amontoado de matéria que se compreende
ѕ ħ α d d γ c: é horrivel né
RAFeW: não existem criaturas divinas.. magia.. nada.. só atomos.. todos juntos formam isso q chamammos de vida
ѕ ħ α d d γ c: mas xuxu, é impossível um monte de átomos ridículos se juntarem e formarem um sistema tão complexo como o nosso corpo e todos os nossos sistemas e tal
RAFeW: 6 bilhoes de anos de evolução fizeram dos atomos ridiculos se unirem e formarem essa coisa tão complexa
RAFeW: mais de 80% do nosso corpo é feito de água.. agua nao é nada mais que dois atomos de hidrogenio e um de oxigenio
RAFeW: as coisas podem ser complexas o tanto q forem.. mas elas são feitas de coisas básicas (e ridiculas)
ѕ ħ α d d γ c: eu sei, mas não é engraçado? um monte de átomo se juntar e formar o pâncres, o estômago, a bílis
ѕ ħ α d d γ c: e tudo isso funcionar de um jeito meticulosamente funcional
RAFeW: lindo né.. a ciencia é linda
ѕ ħ α d d γ c: não sei, preciso de muita explicação pra poder entender como que átomos vão funcionar desse jeito tão bonito
RAFeW: atomos formam meleculas.. q formam celulas.. q formam tecidos.. q formam orgãos
ѕ ħ α d d γ c: mas é impossível
ѕ ħ α d d γ c: não entra na minha cabeça
ѕ ħ α d d γ c: como que esses bilhões de átomos de juntaram pra formar nosso corpo?
RAFeW: bilhoes?
ѕ ħ α d d γ c: os dois pulmões lado a lado, o coração dentro
RAFeW: bilhoes são só numa cabeça de alfinete kkkkkkkk
ѕ ħ α d d γ c: eu sei
RAFeW: eu tb nao entendo xuxu.. eu tenho umas ideias empiricas sobre isso..
RAFeW: atomos tem força de ligação.. nem todos atomos se ligam um com o outro
RAFeW: com o tempo.. e evolução fez cada atomo ligar com outro exatamente pra formar as coisas o.O
ѕ ħ α d d γ c: é muito obscuro
ѕ ħ α d d γ c: por que formou um bicho? uma árvore? podia formar um planeta de novo
ѕ ħ α d d γ c: porque o cérebro manda impulsos nervosos e a gente sente no corpo todo? como que os átomos determinam isso? como que acontece? jesus amado, preciso de respostas..
RAFeW: tb preciso =/
ѕ ħ α d d γ c: bom xuxu, enquanto isso não acontece
RAFeW: viu como atomos nao sao tao ridiculos assim
ѕ ħ α d d γ c: são ridículos porque são pequenos e quando se juntam fazem tudo ficar bonito e esplendoroso
ѕ ħ α d d γ c: e nós pessoas quando reunimos não fazemos nada


Não acredito em destino. Mas alguma força maior deve escolher a dedo quem cai de paraquedas na minha vida.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Estragando um clássico em 3 min.

Que as versões brasileiras de grandes clássicos da música internacional é uma lástima, ninguém duvida. Mas o que fizeram com The Sound Of Silence do Simon & Garfunkel é de se revoltar. Eu fiz uma comparação com a "É por você que canto" do Leandro e Leonardo... Lamentável.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Feeling Matemático

Primeiramente, detesto usar palavras em inglês ou qualquer outra língua gratuitamente, mas "feeling" em português ao pé da letra significa "sentimento". E não soa muito bem no contexto, já que eu busco, além de simplesmente gostar, analisar cada nuance ou significado do que vejo, ouço ou leio. Já feeling, em inglês mesmo, tem uma proposta de dar um conceito de antimecanização, podendo facilmente chegar ao contexto de "orgânico".

Segundo a Teoria Matemática Funcionalista da Comunicação, a repetição de uma informação diminui os riscos de ocorrência de ruídos do emissor ao receptor. (compre Batom, compre Batom, compre Batom...), portanto, algumas coisas eu acho que merecem um "bis", mesmo que seja por motivos tão peculiares. Pra, quem sabe, eu eliminar qualquer ruído que interfira na ligação entre minha opinião com o senso comum. (Não, não estou tentando pensar como o senso comum, mas sim o entender).

2001 - Uma Odisséia no Espaço
Quanto mais eu coleto informações sobre clássicos do cinema, quanto mais entro em blog's, foruns, comunidades. Quando mais conheço cinéfalos, mais eu noto o quanto a crítica eleva esse filme. É um absurdo o número de pessoas que dizem sem medo algum que esse é o melhor filme de todos os tempos. E eu, bem, eu não gostei.
Felizmente alguém disse que passou a gostar do filme a partir da 4ª vezes que o assistiu. Não custa tentar.

Prost - No Caminho de Swann
Outro clássico, mesmas opiniões de especialistas. Porém da literatura. Eu já comecei a ler 4 vezes e na última, postei um desafio neste mesmo blog e ele venceu, mais um vez. Não hoje, nem amanhã. Mas no momento em que eu achar certo eu lanço outro desafio.

Genesis
Uma das mais conceituadas bandas de Rock Progressivo, um dinossauro, um "medalhão". Mesmo tendo negligenciado toda e qualquer música pós Peter Gabriel, eu ainda não digeri essa banda. A discografica já está engatilhada no Bitcomet e meu mp3 player está a postos. Vai ser um choque térmico no cérebro.

O Pequeno Príncipe
Esse é diferente. Mesmo sendo um e-book, é meu livro de cabeceira. Eu leio, e quando termino, leio as partes que eu mais gosto. Aqui nunca houve ruídos, a comunicação já é clara desde o início.

domingo, 29 de novembro de 2009

Prepare, beba e faça



A Tang pegando o embalo da consciência ambiental faz essa excelente campanha envolvendo TV e internet.
O vídeo tem um jingle que faz tudo que um publicitário sonha, hipnotizar quem ouve a ponto de cantar toda hora. Mas felizmente ele é grudento, mas não é chato. "Preparou, bebeu, faz" tem um rítmo empolgante e acredito que faz realmente a criançada começar a pensar em como melhorar o mundo.

O site preparoubebeufaz.com.br também é parte da campanha. Contém vídeos de depoimentos da criançada sobre o que elas fazem de bom para o mundo.

Não estranhe se alguém chegar do seu lado cantando "preparou, bebeu faz", você só não cantará porque ainda não ouviu.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O poder em nossas mãos

Colossal, titânico, incomensurável. Além de ser tudo que a Indústria Cultural sempre sonhou, a internet é o maior ferramenta dada ao ser humano de todos os tempos quando se trata de busca de informações e cultura.

É a democratização da cultura, a globalização da arte. Não importa se eu moro em Planura ou em Nova York. Eu consigo ouvir um bootleg do Pink Floyd que certamente nunca ouviria na vida se não fosse a internet. Sem contar filmes nada fáceis de achar em locadoras de cidade pequena, como Dr. Strangelove ou Apocalypse Now.

Obviamente que o fácil escoamento de cultura não faz pessoas mais sábias. Para isso acontecer deve haver também discernimento de cada um para saber absorver de maneira positiva o que ele vê, ouve, lê ou assiste.
É como uma pessoa que, por acidente, acha a Guernica de Picasso em uma pesquisa no Google. Supomos que seja uma pessoa leiga em pinturas. Não faz idéia do que é cubismo o que seja uma figura multifacetada. Além de não conhecer a técnica, ela certamente não conhecerá o sentido ou o contexto histórico da imagem e não dará valor algum aquilo que é uma das maiores obras de arte de todos os tempos. É uma pessoa errada observando uma imagem errada.

Mas o que é mais genial na internet. Se ela se interessar o mínimo possível, ela pode pesquisar sobre Picasso, conhecer sua história e saber porque ele é um gênio e aí sim, aproveitar o poder da Indústria Cultural aliada a internet.

sábado, 21 de novembro de 2009

Tirem as crianças da sala.



Já fazia um bom tempo que pretendia ver esse filme. Primeiro: é um filme de super-heróis; segundo: é uma adaptação de história em quadrinho; terceiro: é uma história em quadrinhos da DC, e de quebra do Alan Moore.
Por muita sorte, achei o filme em um pendrive na gráfica onde eu trabalho. Em excelente qualidade.
É um filme de super heróis, mas não deixe seu filho ver. Além de durar incríveis 2:40h e conter com cenas extremamente sangrentas, não tem um roteiro que uma criança consiga acompanhar. Heróis prendendo bandidos? Esqueça. Em Watchmen não tem Superman ou homem-aranha com seus valores politicamente corretos. Aqui os "heróis" têem ataques de raiva e matam sem piedade. Inclusive, o vilão é um herói. E seu "plano malvado" (apesar de ser bem diferente da HQ original) salva a humanidade de uma Terceira Guerra mundial.
E é parte do que o filme tem de melhor. Mostra o lado humano dos heróis, que estão aposentados. Com problemas piscológicos, crises existenciais, crises de idade.

-Não vamos deixar você fazer isso.
-Deixar? Por acaso pensam que eu sou um vilão de histórias em quadrinhos? Vocês acham que eu ia contar meu plano perfeito se existisse alguma chance de vocês atrapalharem? Ele já foi iniciado faz 35 minutos.

Watchmen entra pra minha lista de melhores adaptações de quadrinhos pra cinema. Junto com 300 e sin City.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Chega, né!

Pode ser birrinha desse mero estudante de Publicidade e Propaganda. Mas eu já me cansei dos comerciais feitos para o lançamentos dos carros da General Motors (Chevrolet).







É sempre a mesma coisa. O carro revolucionário. O carro que tem a tecnologia que nenhum tem. Não que as propagandas sejam de qualidade duvidosa, quem sou eu pra dizer isso (apensar que o do Vectra...) Mas o conceito de "carro além do tempo" já foi excessivamente usado pela GM.

Isso sim, é de se aplaudir:

Comunidades Virtuais

Um fenômeno da modernidade que cresce na mesma proporção que a tecnologia são as comunidades virtuais. Esse tipo de comunidade e seus efeitos estão intimamente ligados a globalização. Uma vez que, a globalização é o fenômeno de interligação comercial/cultural/econômico do mundo capitalista e, em ambos, o conceito de local físico ou geográfico não influencia na interação dos indivíduos que nelas participam.

A globalização age, também, na facilidade de acesso aos meios de comunicação necessários para a existência dessas comunidades, pois a industrialização e o comércio em escala global da tecnologia utilizada estão garantidos de acordo com os conceitos de globalização.

Como as comunidades virtuais crescem ao passo da tecnologia, elas tomam força de acordo com a evolução dos meios de comunicação, estes, estão a cada dia se tornando apenas um único meio. Tudo, no fim, se torna um portal para o “ciberespaço”. Sejam eles os computadores, os celulares ou as tv’s digitais. O celular está a cada dia mais exercendo papel de um computador. Manda e-mails, faz vídeo-conferências, se conecta a sites. O computador, com a tecnologia VOIP, age como um telefone e as tv’s digitais vão se tornar tão interativas como um computador conectado a internet. Através dessa portabilidade está cada vez mais fácil a interação entre as pessoas. Já que, de um jeito ou de outro, ela se vê conectada a qualquer pessoa no mundo, isso graças a globalização e a facilidade de acesso aos meios de comunicação.

O fator crucial que impulsiona a proliferação dessas comunidades se dá pela facilidade de encontrar e interagir com pessoas, sem despesas adicionais, (como por exemplo, uma passagem de ônibus ou avião a uma conferência) com o mesmo interesse. Também deve-se observar a liberdade de participar, ou não. Pois, diferentemente de uma comunidade física, como uma favela, por exemplo, participar pode, as vezes, ser obrigatório para seus indivíduos, uma vez que podem não sair por motivos financeiros. Se em uma comunidade física a liberdade de participar ou não, não é cem por cento garantida, nas virtuais, são.

Isso acima me rendeu um convite para ingressar no programa de pesquisas interdisciplinar em Teorias da Comunicação. Uhul!

domingo, 8 de novembro de 2009

Os sonhos e os pés.

- Se eu ordenasse a meu general voar de uma flor a outra como borboleta, ou escrever uma tragédia, ou transformar-se em gaivota, e o general não executasse a ordem recebida, quem - ele ou eu - estaria errado?
- Vós, respondeu com firmeza o principezinho.
- Exato. É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar, replicou o rei. A autoridade repousa sobre a razão. Se ordenares a teu povo que ele se lance ao mar, farão todos revolução. Eu tenho o direito de exigir obediência porque minhas ordens são razoáveis.

Não é bem um sonho. Aliás não tem a mínima chance de isso acontecer. Mas as vezes eu me pego imaginando se algum funcionário do banco desmiolado errasse a digitação e registrasse 100 milhões de reais na minha conta. Ou então, o jeito mais romântico de ficar milhonário. A loteria.
A primeira coisa que imagino. Minha casa de festas com 8 suítes, uma piscina do tamanho de uma quadra de volei, um quarto com uma tv de plasma de 90" e um Nintendo Wii, uma pista de quadricíclo e um mini-golfe. Festas regadas a cerveja e cerveja.
O sonho não dura muito. Meus pés são pesados e insistem em ficar no chão. A realidade deu o ar da graça e o padrão desceu. A piscina é bem menor e de fibra. A tv até pode ser de plasma, mas algumas dezenas de polegadas a menos. Agora tem vaquinha pra comprar cerveja e se acabar a carne, acabou. Agora sim, isso é um sonho. Algo que eu possa pelo menos enxergar e que me anima conquistar. Já que não espero conseguir o que quero escolhendo números ou aguardando a sorte vir de taxi.

sábado, 7 de novembro de 2009

Forçamos o mundo fazer sentido.

Cosmic Circus, da banda de neo-progressive rock The Flower Kings parece que foi feita pra mim.

Da trincheira aos pedaços
Até as curvas cósmicas
Nós abrimos o nosso caminho com ansiedade
E forçamos o mundo a fazer algum sentido

Nesse espaço sem fim,
Procurando pela gratidão de Deus
Sob incontáveis estrelas mórbidas espalhadas no céu
Mas nas lareiras da vida é que encontramos algum
conforto

Esperando que todos sirvam por um propósito maior
Ou então se juntar ao circo cósmico agora

Dos jardins verdes
Até as montanhas mais escondidas
Nós todos trabalhamos nessa terra e pagamos com suor
Enquanto nossas doces ilusões vão todas passando

Como uma tribo que se acaba
Num oceano gigante
Num piscar de olhos nós vivemos e morremos
Procurando em todo tipo de religião, um motivo pra
tudo

Esperando que todos sirvam por um propósito maior
Ou então se juntar ao circo cósmico agora

Da toca do coelho, até os pólos congelados
Nós enchemos os nossos corações com poesia
Enquanto a ciência é a nossa estrela guia

E em milhões de sóis diferentes
Onde nossas memórias apagadas dançam
Enquanto tentamos entender
A gênese humana que não nos foi revelada

Esperando que todos sirvam por um propósito maior
Ou então se juntar ao circo cósmico agora

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Mais um universo paralelo.

A rotina de uma gráfica, com seus vermelhos, amarelos, degradês e contornos irrita qualquer aspirante a desginer. Pra fugir disso eu criei um universo paralelo e uma espécie de amiga imaginária.

O universo é um mundo perfeito onde eu possa utilizar o branco sem medo de alguém dizer que o layout está "morto" ou "sem destaque". Nele eu não preciso aumentar o tamanho da letra e nem preciso por o nome do dono da loja no layout. E minha amiga é a ViT (Vilela Interprise Telecomunicação), uma empresa muito legal, que mora nesse universo e pensa como eu.

E mais um universo e uma felicidade paralela eu criei.


domingo, 1 de novembro de 2009

Estabilidade irritante.

Detesto atitudes de pessoas que acham que têm o controle de toda situação. Gente que acha que tudo o que faz é certo e suas mudanças só melhoram e nunca se arrependem de nada.
E daí se alguma decisão sua não vai te ajudar em nada?
É lindo ser instável.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Manual da Família Vilela. Cap 2

Tudo que só uma família anormal pode ensinar

Cap 2

Acender um cigarro com um celular e um bom bril

Essa pra mim não tem utilidade alguma, pois de fumante eu não tenho nada. Mas aí vai a dica. Pegue bateria do celular e esfregue um bom bril na parte onde ela se conecta ao aparelho. (na parte metálica). Obviamente o bom bril irá pegar fogo, dai é só acender a porcaria do seu cigarro e, quem sabe, morrer de câncer de pulmão um dia.

Também serve pra acender o fogão da sua casa, no caso de ter acabado o fósforo.

domingo, 4 de outubro de 2009

Manual da Família Vilela. Cap 1




Tudo que só uma família anormal poderia ensinar.

Cap 1
Ressuscitar mosquito afogado.

Não é de espantar que ninguém acredite nisso. Pegar um mosquito que está horas e horas boiando afogado em um copo de cerveja, água, refrigerante ou qualquer líquido e trazê-lo de volta a vida. (desde que não corroa o coitado, a final ele deve estar morto por afogamento).

É simples, jogue sal no mosquito afogado até tapá-lo por completo e esperar. Quanto mais tempo ele estiver boiando, mais tempo ele demorará a voar.
Se for ficar prestando atenção, verá que ele começará se mexer lentamente. Primeiro as patas, depois as asas. Mas se você se destrair por um bom tempo, ele sairá voando sem perceber.


Sacadinha besta

2) Crie um anúncio impresso com o tema "doação de sangue" como forma de incentivar os cidadãos a doarem sangue e de angariar novos doadores. Valor 7 pontos.



Ilustração, imagem? Pra que? Os dois objetivos foram alcançados. O primeiro, despertar a intriga: "Como assim, é pra doar sangue, não vender!".

O segundo: "Essa é a primeira impressão, vai causar impacto".

*

*Nomes e marcas meramente ilustrativos.

sábado, 3 de outubro de 2009

Você vende móveis.

Se considere uma pessoa de sorte. Muita sorte mesmo. Pois imagine seu sarcasmo superficial multiplicado por mil, aprofundado de verdade e jogado na sua cara. Só imagine como seria e agradeça a qualquer ser divino que você acredita por eu não poder dizer o que eu quero e penso, agradeça de verdade e tenha certeza que eu faria de você um pano de chão. Não se iluda com um e-mail escrito apenas "em anexo...", eu poderia escrever bem mais que isso pra você como resposta.

Não quero que entenda o que é alinhamento, distribuição, contraste ou disposição. Queria apenas que você entendesse que você vende móveis e eu faço arte gráfica. Eu não me meto no seu trabalho e você não deveria se meter no meu. Mas que saber? Eu não sou seu publicitário, não me importo nem um pouco se seu panfleto carnavalesco vai deixar sua loja com a imagem de brega. Quero mais é que todos que peguem seu panfleto e não dê conta de ler essas letras vermelhas.

Recado dado, ou não. Infelizmente eu não posso responder por mim a certos clientes acéfalos que aparece no meu trabalho. Clientes que acham que são publicitários e acreditam que aumentando a foto de seus anúncios acham que farão seus produtos vender mais. Aqueles que pensam que branco e amarelo são "cores apagadas", mesmo em um fundo verde, e acham que letras vermelhas com contornos azuis escuros darão mais "destaque". Aqueles que pensam que o nome da sua loja escrito na fonte Banff é uma ótima logomarca.

Eu amo meu trabalho. Sério, sem sarcascmo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Seguidores.





Existem pessoas que concordam com o que eu falo? Pior, existem pessoas que absorvem o que eu falo a ponto de usar pra si próprio?

Definitivamente. Existe louco pra tudo nesse mundo.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Propagandas Sprite

"Geralw. Xcrevi axim soh pra dixava ux errux"
"O gatinho que você ficou ontem não te ligou porque não quis"
"Suor na garrafa é gostoso. Em você é nojento"

Os três anúncios são exemplos distintos de como a propaganda atual aborda os valores tradicionais e a ética, permitindo considerá-los como uma forma de ruptura para com os mesmos.

No primeiro, não só há uma espécie de aceitação aos erros, mas também mostra como os erros propositais são comuns. comparando com a sociedade, é uma forma de mostrar que nada nada é errado, desde que uma parcela dessa sociedade tolere, ou até mesmo aceite esses erros.

No segundo, vemos uma destruição dos valores românticos apenas dizendo a verdade. Pois, uma garota que espera o "ficante" ligar no próximo dia jamais quer acreditar que ele não ligou porque não quis, pois ela está iludida com seu romantismo, e o texto do anúncio tenta abrir seus olhos para a verdade, não medindo, assim, sua reação e as consequências.

O terceiro se assemelha ao segundo, mostra mais uma vez a verdade nua e cria. Um modo de quebra da hipocrisia a dizer o que todos pensam, mas não têm coragem de dizer. (Que o sujeito é nojento quando sua).

Falei que ia postar isso, rá!



domingo, 20 de setembro de 2009

O grande trunfo do ser humano

A preguiça é o maior dom que possuímos. Ela nos faz evoluir e não deveria ser considerada um defeito.
Imagine se nós tivéssemos a mesma disposição que um cavalo tem para caminhar, jamais teríamos inventado a roda, e seus derivados.
Controle remoto, portão eletrônico, máquina de lavar, guindastes. Qualquer coisa, antes de ser inventada para agilizar o trabalho, foi inventada por que somos preguiçosos.

Eu pensei nisso depois de usar a ferramenta Macro do Corel Draw para editar 400 cartelas de bingo. E tem também a gravadora de ações do Photoshop (não me lembro o nome).
Eu sou muito, mas muito preguiçoso. Jamais eu editaria 400 cartelas de bingo. Fucei até achar um modo de fazer o Corel trabalhar pra mim.
No meu computador existem vários programas que fazem eu dar o menor número de cliques possíveis. Programas para diminuir resolução de fotos, mudar nomes, inserir logomarcas. Tudo isso para vários arquivos ao mesmo tempo. Sem falar nos códigos PHP que fazem quase tudo pra mim na programação de um site.

Ainda bem que eu sei usar a minha preguiça a meu favor. Muita gente não sabe, lamento.
Ela me evolui, e eu tenho certeza que quanto mais eu sei, menos eu trabalho.

sábado, 19 de setembro de 2009

Chorumelas, hipocrisia e afins.

Na quarta feira, primeiro dia da Semana da Comunicação da UEMG, adorei a espontaneidade de um marketeiro político.

-O outro candidato era muito melhor, fez várias obras para a cidade e ela entrou em um profundo desenvolvimento. Mas ele não tinha carisma, então fizemos o nosso ganhar.

Não é uma espécie de "dane-se a ética", mas um "dane-se a hipocrisia". Não adianta chorar, essa é a rotina da publicidade. Todo mundo, ludibriado, falsos sonhos, esperanças encaixotadas. E pra piorar, a publicidade evolui na mesma proporção em que as pessoas se tornam difíceis de serem manipuladas.

Lero-lero

sábado, 12 de setembro de 2009

Em 3 minutos

Além de um miojo, o que dá pra fazer em 3 minutos? Principalmente se forem 3 minutos entre as 22:30 e 23:00 de uma sexta feira. Qual você trabalhou o dia todo e quer terminar o trabalho da faculdade logo pra ir embora e dormir feito uma pedra.

Um logomarca!



Nada melhor que uma franja rosa para uma marca de produtos de beleza. Ou não.
Larissa e Lívia, bem vindas ao mundo sem pés nem cabeça.


Formada sobre tudo.

É engraçado, e trágico. Eu me irrito comigo mesmo quando não tenho uma opinião formada para algum assunto. Mas me sinto mais irritado ainda quando eu tenho e me indago se tenho ou não a maldita opinião formada sobre tudo. (Não foi o Raul Seixas quem inventou esse termo, ok?)

Vou parar de escrever esse post desde já. Não me aguento quando começo a opininar sobre minhas opiniões.

Chega.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Bye, comodismo.

Atualmente eu trabalho em uma loja de auto peças. Obviamente não tem nada a ver com Comunicação Social, o que eu estudo, ou Webdesign, o que eu faço de melhor, mas eu gosto muito e me sinto bem trabalhando aqui. Pelo ambiente de trabalho, minha paixão por carros entre outras coisas. Digamos que há muito comodismo nisso, eu já me acostumei e, se o salário fosse o que eu pretendo receber no auge da minha carreira, certamente eu nunca sairia daqui. Novamente a tecla do comodismo é batida.

Mas essa é minha última semana aqui, recebi uma proposta de trabalhar em uma gráfica na área de criação. Não é necessariamente MINHA área, mas tem muito mais a ver com Publicidade e Propaganda criar um cartaz do que vender um balde de óleo. Então, aceitei e vamos ver o que acontece.

Eu penso não ser fácil me adaptar, os maiores desafios serão lutar contra layouts superpoluidos, muitas fontes bregas ao mesmo tempo, excesso de degradês e efeitos em geral que vemos em trabalhos feitos por gráficas. Pelo menos sei que enquanto eu puder lutar contra isso, eu o farei.

O mundo começa agora

Ps. Pelo menos vou ter o que postar aqui, além das minhas reflexões. Já que os trabalhos da faculdade desse semestre nao começaram ainda.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Aquário

Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)

Você provavelmente não é desse planeta. Tem uma mente inventiva e dirigida para o progresso. Você mente e comete os mesmos erros repetidamente porque é imbecil e teimoso. Você adora ser o "do contra". Pensa que tem opinião formada sobre tudo. Na verdade, você é egoísta e gosta mesmo é de aparecer. Mesmo que esteja entre um milhão de pessoas, você quer ser o diferente. Você nunca segue os padrões. Isso faz de você um metido nojento. Você se acha o moderninho. Acha que está à frente dos outros signos do zodíaco. Você não tem nenhuma moral. Se você for homem deve ser um galinha e, se for mulher, aposto que nem perguntou o nome do último cara com quem dormiu!

Mais alguém acredita em horóscopo aí?

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Engula essa, gravadoras.

Pirate Bay volta ao ar após dois dias do corte




Parece que o Pirate Bay não vai se render tão fácil assim. Após decisão de uma corte sueca para tirar o site do ar, a página de torrents voltou à ativa e declarou guerra às gravadoras.



No blog do site, um comunicado afirma que camisetas estão sendo confeccionadas neste exato momento e serão enviadas ao inimigo, com a seguinte mensagem irônica: “Gastei meses e milhões de dólares para fechar o The Pirate Bay e tudo que vou ganhar é esta bonita camiseta”.

Ainda segundo o comunicado, os fundadores do site querem levantar fundos para o provedor Black Internet, que hospedava o site e foi responsável por tirar a página do ar.

A mensagem não informa o que os programadores fizeram para colocar o site em pé novamente. Mas uma coisa é certa: a briga com a indústria da música está longe do fim.

--

Guerra? Isso é um massacre contra essas gravadoras que só querem explorar artistas e fãs de músicas. Acho é pouco, tomara que todas vão a falência.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

...responsável por aquilo que cativas.

Primeiramente, se Nathália Fontoura estiver lendo isso, contenha seu orgulho ou qualquer coisa parecida.
Nunca cheguei menosprezar esse livro, muito menos duvidar da capacidade do autor em atingir em cheio o âmago do ser de quem o lê. Eu até sempre respeitei. Mas, sabe quando só respeita algo? Como eu respeito Frank Sinatra, mas não ouço.
Eu respeitava Saint-Exupéri, mas nunca li O Pequeno Príncipe. Não porque eu tinha o preconceito que todos têm por achar ser "uma história infantil", mas nunca me interessei mesmo.
Foi quando, não sei por qual motivo desse mundo (claro que eu sei, mas faz de conta que não), me veio a frase "Torna-te eternamente responsável por aquilo que cativas". Pensei muito nisso, muito mesmo. Cheguei em casa e comecei ler o livro.
Diferentemente da minha profunda irritação que sentia quando eu ouvia a força com a Nathália a história narrada, eu mergulhei por completo na história, passei a refletir cada linha de diálogo entre o príncipe e qualquer outro personagem.
O mais intrigante, pra mim, é pensar como uma crianças guardaria consigo uma filosofia tão rica em sua ingenuidade.

Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A canção da nostalgia

Está pra surgir no mundo algo mais nostálgico que música. Todo mundo tem uma música que faz lembrar de alguma coisa, de algum momento, de alguém. Isso englobando todo e qualquer tipo de sentimento possível. Existe músicas que lembram de tempos bons ou ruins, de pessoas que nos decepcionaram ou que permanecem cravadas no peito pra sempre, de lugares inesquecéiveis ou que não queremos voltar nunca mais. Bastam 5 ou 6 segundos ouvindo uma música em um momento marcante que ela será seu eterno portal transdimensional.
Como eu sou extremamente ligado a música, eu tenho uma enorme trilha sonora nostálgica. Fazer uma compilação dessas músicas é impossível, simplesmente por ela ser infinita. Afinal eu nunca vou deixar de ouvir música e, tomara, que minha vida nunca dê uma pane e eu viva no limbo.
A compilação realmente não existe, mas a música Hoppipolla da banda de post-rock Sigur Ros incrivelmente carrega junto a seus arranjos, e principalmente, sua letra, um turbilhão de lembranças randômicas e nostálgicas.

Top 3

1 - Hoppipolla - Sigur Ros
2 - Dear Prudence - Beatles
3 - Send a Mensage From The Heart - Karmakanic

sábado, 15 de agosto de 2009

Teoria das palmas das mãos.

Nada se encaixa quando duas coisas são exatamente iguais. Perfeito mesmo são duas palmas das mãos. Diferentes entre si, mas frente a frente se equivalem.

Dificilmente eu me dou bem com alguém com os mesmos gostos, opiniões e visões que eu. Sou aficionado em saber o que os outros pensam, e se suas idéias não condizem com as minhas, ótimo, já tenho o que discutir. Não brigar ou tentar mudar a opinião de alguém, mas mostrar o outro lado do arco-íris. Aliás, tentar mudar a opinião eu nunca tento. Não explicitamente.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Pontualidade Sistemática

7 da manhã, olho no relógio, se estiver com dificuldade pra ver os ponteiros é sinal de que ainda não é hora de acordar. Adormeço. A partir do primeiro segundo me vem um turbilhão de sonhos quais não consigo distinguir onde começa um e termina o outro e do que eles se tratam. São minutos estravagantes do meu subconciente onde não há limite para a falta da razão. Tão ilógico que não consigo explicar nem 5 segundos depois de acordar, as 7:20. Volto a dormir. As 7:27 acordo para desligar meu despertador e finalmente levantar. Eu nunca deixo de me impressionar com a precisão cirúrgica do meu dispertador interno, ele é parte importante da minha pontualidade sistemática. Mesmo dormindo a 1 da manhã eu acordo as 7:27, sem mais sem menos. Ainda bem pois odeio o barulho do despertador e fico extremamente irritado quando ele me acorda.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A Arte da Guerra

Corra desesperadamente e não olhe para trás. Quando se cansar, caia de joelhos e abaixe a cabeça já sabendo que sua derrota é inevitável.
A guerra humilha os fracos eternizando os fortes.
Você se viu desesperado desde o início. Não havia inteligência em suas táticas, sequer havia tática. Havia medo no lugar da força.
Não foi e nunca será difícil nossa vitória sob essa circuntância. A humilhação sempre será inevitável e você cairá de joelhos sempre.

Em outras palavras. Freguês bom é freguês FIEL.

Corinthians 0 x 3 Palmeiras

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Justificativas

(09:01:09) DeLarge fala para Neofascista: vc é discípulo do Capitão Nascimento?
(09:01:50) Neofascista fala para DeLarge: Admiro ele. Vc também é violento como o Alex (DeLarge)?
(09:02:32) DeLarge fala para Neofascista: digamos que eu compreendo o Alex

domingo, 19 de julho de 2009

Diversidade de A a Z

A.C.T
Banda sueca de rock progressivo, utilizando elementos "pop" sem se tornarem apenas comerciais.

AC/DC
Angus Young comanda essa banda australiana, sendo considerada uma das melhores bandas de hard rock da história. Os vocais de Bon Scott e Brian Johnson e o estilo elétrico de Angus tocar guitarra são as características marcantes da banda.

Aerosmith
Os americanos do Aerosmith, assim como quase todas as bandas de sua geração, iniciaram suas atividades nos anos 70 com um hard rock "farofa" de altíssima qualidade, já nos anos 90, a tendência dessas bandas foi a composição de baladas meramente comerciais voltadas para o público jovem, o qual estava cada vez estava mais distante.

Anathema
O Anathema faz parte da chamada Trindade Doom Metal Britânica, junto com o Paradise Lost e My Dying Bride. Com o passar do tempo as três bandas tomaram rumos diferentes, Paradise Lost se aproximou do Gothic Metal, uma forte tendência do início dessa década; My Dying Bride soa mais Industrial e o Anathema se aproximou (tomara que pra sempre) do rock progressivo, space rock e psicodelia, mas sem abrir mão de elementos doom metal na composição das letras e o "espírito depressivo".

Andromeda
Banda de progressive metal da Suécia. Um som altamente elaborado com fortes influências de Symphonic X e Dream Theater.

Anekdoten
Mais uma prog metal sueca com influências das grandes bandas do estilo.

Angra
Depois do Sepultura, Angra é a banda brasileira com maior visibilidade no exterior. Sendo os trabalhos com André Matos considerados verdadeiros clássicos do Power Metal.

Arch Enemy
Banda de thash/death metal que se difere por ter uma mulher no vocal. Angela Gossow se mostra extremamente competente ao mostrar o poder de sua voz e deixar muitos vocalistas no chinelo.

Ark
Os noruegueses do Ark mostram um trabalho extremamente competente ao unir o metal progressivo a um vocal hard rock 70's.

Asia
Um super grupo de rock progressivo com ex integrantes de grandes bandas como ELP, King Crimsom, Yes entre outras.

Audioslave
Com um rock cru e voltado para o pop, o Audioslave reuniu ex integrantes do Soundgarden e Rage Against Machine.

Avantasia
Talvez o maior projeto de power metal de todos os tempos. Uma reunião com os maiores nomes do estilo para compor 2 álbuns que se tornaram obrigatórios pra quem conhece metal melódico.

sábado, 18 de julho de 2009

Publicidade x Jornalismo 2

Ah, essa guerra.
O pessoal do Jornalismo, não sei por qual motivo desse mundo, resolveu tirar um sarro de quem trabalha em Publicidade:



Em resposta, os publicitários também fizeram um:



Mil desculpas jornalistas, mas usar sarcasmo contra publicidade é atirar no próprio pé.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sessão Cult - Alex, Alex, já são 7 horas.

Laranja Mecânica.

Diferentemente da minha opinião sobre 2001: Uma Odisséia no Espaço, Laranja Mecânica eu posso dizer com gosto: PERFEITO.

Me lembro de ter visto o filme Clube da Luta pela primeira vez. Pelo menos da metade pra frente, se uma mosca pousasse em meus olhos eu não os fecharia de tão obcecado que estava com a história. Isso pelo menos da metade pra frente. Já em Laranja Mecânica, aconteceu do primeiro ao último segundo de filme.
Já de início, o olhar sádico e o sorriso maligno de Alex DeLarge com uma música amedrontadora de fundo já nos dá uma boa noção de sua personalidade ao longo do filme.

Não li nada sobre o que o filme tenta nos passar, portanto a interpretação é toda minha, estando errada ou não.

O filme foi lançado em 1971, mas a história é no futuro, portanto Alex pode ser considerado uma vítima da sociedade pós-moderna. Ele é o resultado da opressão vivenciada principalmente no Reino Unido. E onde há opressão, há pessoas lutando contra ela.
Suas atitudes ultraviolentas são o que os pensadores sociais imaginavam acontecer se aquela submissão cega às leis durasse muito. Alex agia por si e era feliz sendo ele mesmo, e isso incomodava o "sistema".

Após sua prisão, o tratamento de choque e a "cura", Alex se torna o que esse sistema quer que as pessoas sejam. Meras laranjas mecânicas, onde suas engrenagens são postas em movimento de acordo com a corda dada pelo poder.
Alex é a laranja qual todos deveriam ser, mas não por vontade própria, pois essa laranja é mecanizada, mas pelo castigo que o sistema o submete quando tenta agir por vontade própria.
A partir do momento em que ele não faz o que quer, ele se torna infeliz e o sofrimento o faz cometer suicídio pulando do prédio, infelizmente mal sucedido.

O tratamento dos ferimentos de Alex passa a ser o tratamento para sua cura real. Ele acorda depois de muito tempo e como um passe de mágica, em um teste feito pela psiquiatra, ele se vê curado de verdade. Alex finalmente é Alex. O que ele não deveria nunca deixar de ter sido.


ATUALIZAÇÃO 5 MINUTOS DEPOIS DE POSTAR:

Achei uma boa interpretação do filme:

http://www.ipv.pt/forumedia/5/21.htm

A pasmem, não tem nada a ver com o que eu falei. E pasmem quem pensa que fico triste com isso. Eu adorei!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sessão Cult - Assim Dizia Zaratrusta

2001: Uma Odisséia no Espaço.

2001 tem quatro dos ingredientes primordiais para eu qualificar como "perfeito" um filme. Mas não foi desta vez.

- Espaço. Todo e qualquer filme que envolva viagens espaciais rumo ao desconhecido, naves ultramodernas que provavelmente nunca serão construídas de verdade e falta de gravidade já me anima bastante.

-Ficção científica. Fugir da realidade as vezes não faz mal a ninguém.

- Inovação. Não é só mais um filme inovador de Stanley Kubrick, é um filme pioneiro nos efeitos especiais e em alguns temas abordados. Tais como a chegada do homem na lua 1 ano antes de Armstrong e a forma peculiar de se mostrar a evolução da humanidade.

- Efeitos Sonoros. Essa não tem como discutir. Qualquer um conhece a música tema do filme. Assim Dizia Zaratrusta.

O melhor personagem, de longe, é HAL 9000. Um supercomputador que comanda a nave Discovery para a viagem para Júpter. Me assusta a frieza de sua voz e seus atos. Eis mais um tema inédito abordado no filme. A inteligência artificial e o quão ela pode ser prejudicial ao ser humano ao longo de sua evolução.

Mas então, por quê não foi dessa vez?
Ok, é um clássico, inovador. MAS EU NÃO GOSTEI! E pouco me importa se os estudiosos de cinema ou admiradores dizem ser uma obra-prima.

O filme é extremamente cansativo de se assistir. E olha que eu extremamente paciente. Mesmo ouvindo Strauss e Ligeti, eu olhei no relógio várias vezes pra ver quanto tempo dura o pouso das naves. Mas tudo bem, pelo que pude perceber, essa demora acontece nas cenas onde os efeitos especiais eram inéditos para a época. (Pouso de naves, astronautas a deriva no espaço), pra época deveria ser bastante interessante se deleitar a cada segundo disso.

O final teve uma fantástica intenção, mas soltei um #@¨%! quando realmente terminou.

terça-feira, 14 de julho de 2009

É cada uma...

Hoje, em mais uma busca frenética ao conhecimento empírico, estava procurando por um totorial sobre como converter um arquivo MDB (Banco de dados Acess) em MySQL (Banco de dados que se comunica melhor com a linguagem php) e eis que me surge isso:



Isso que eu chamo de aberração da propaganda moderna.
Tudo automático, tudo num piscar de olhos, tudo muito burro.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Filmes a assistir 2

Acabei de ver Laranja Mecânica.

As palavras não se encaixam nesse momento.

E se tivesse sido diferente?

"Algo tão pequeno como um bater de asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo".

Não, não foi falar sobre a teoria do caos, mas algo sobre a personalidade que você carrega pro resto da vida de acordo com sua infância.
É extremamente intrigante pra mim, pensar como eu seria se minha infância tivesse sido diferente.
Pensei em muitos "e se...", mas um me fez pensar um pouco mais:

E se eu fosse rico?

Não posso, de forma alguma, dizer que eu que passei por necessidades em casa, longe disso. Mas eu nunca fui uma criança que sempre teve o que quis. Talvez duas coisas me seriam brutalmente arrancadas se eu tivesse tudo o que queria. A curiosidade e a criatividade.

Se eu tivesse um carrinho de controle remoto, eu certamente não teria interesse algum em desmontar um aparelho de som da minha tia só pra ver o que tinha dentro. Se eu tivesse um vídeo game de última geração, provavelmente eu não teria tempo pra pegar as peças do som e montar uma fechadura eletrônica na porta do meu quarto. Se eu tivesse um vídeo-cassete com todas as fitas dos filmes da Disney, eu não acharia a mínima graça em desenhar e sonhar com meus próprios heróis.

Isso se parece muito com a "ligação dos pontos" do famoso discurso do Steve Jobs em Stanford, alguma coisa de ruim, ou simplesmente algo que você não quer que aconteça, no futuro lhe será fundamental para o sucesso.

Por fim, acredito piamente que eu não ter um vídeo game, um carrinho de controle remoto e um vídeo cassete me foi fundamental para ser o que sou hoje, e assim, para eu ter tanta certeza que estou no caminho certo.

ps. Se eu acho que video game, carrinho de controle e vídeo cassete me tiraria a criatividade e a curiosidade, imagine o que penso sobre essa geração que não faz nada além de ficar na frente do computador.

domingo, 12 de julho de 2009

Sobre o quizz.

Vamos as respostas.

1 - Resposta óbvia. A cada 3 camisas minhas, 2 são pretas.

2 - O carro. PT Cruiser. Sinto calafrios por ele, a união do clássico e moderno em um automóvel. Eu gosto muito de Ferrari também, mas essa eu não tenho tantas esperanças de ter algum dia.

3 - Primeira banda. Led Zeppelin, aos 8 ou 9 anos.

4 - Ah nem viu, será que alguém sabia isso?

5 - Cerveja. Brahma, sempre.

6 - Escritora. A romancista policial, mestre do crime, Agatha Christie.

7 - Apaixonado por cérebro. Não que eu não admira as outras, mas o que me fisga mesmo é personalidade e inteligência.

8 - Filme. Forrest Gump, o contador de histórias. Esse é insuperável.

9 - Marca. Não que eu tenha muita coisa, mas eu gosto muito de Lacoste.

10 - Civilização. Astecas claro, a civilização mais inteligente que esse mundo ja viu. Se Cortez não fosse tão estúpido, hoje compraríamos computadores de Tenochtlán, e não do Japão ou China.

11 - Personagem. Caçadora. Sem poderes, inteligente, forte. Até parece algum que conheço...

12 - Primeiro porre. 8 anos (eu sempre achei que era 6, mas fiz as contas, é 8 mesmo) em um reveillon e Irumbiara.

13 - 1 perfil no Orkut.

14 - Não tem como eu escolher entre escrever e criar. São duas paixões imensuáveis.

15 - São Paulo. Quero viver o dia-a-dia daquela loucura.

16 - Senha. A...X. Muita gente até sabe que palavra é essa.

17 - Sevete. Maracujá. Só ele vem com aquelas sementinhas que eu adoro tacar nos outros.

18 - Pit Bull. Ciça. A pit bull mais lerda, forte, songa-monga e rápida do mundo.

19 - Som. Antigo. Receivers, amplificadores modulados, equalizadores.

20 - 2 moedas de 1 real no nariz. E ainda cabe uma de 1 centavo =)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Quizz!

Responda o quizz sobre mim pra ver se você me conhece mesmo.
(achei bacana essa ferramenta que vi por aí...)






Dessa vez não.

Sim, resolvi pegar no pé de grandes marcas e indústrias agora. Já critiquei bastante o slogan de campanha da Visa, agora vou me meter em outra área.

Alguém me explica isso:


Até entendo que a CG 150 Titan da Honda vem mudando todo ano, mas essa carenagem no farol do modelo 2009 é a coisa mais ridícula que já fizeram.

Filmes a assistir.

Já que agora na minha casa tem uma internet digna de se classificar como rápida, pretendo, nessas férias, baixar alguns filmes que há muito tempo quero ver.

Scarface
Laranja Mecânica
O Poderoso Chefão (Esse se eu achar pra alugar vai ser bem melhor)
Ben Hur
Alguns filmes do Glauber Rocha do Cinema Novo Brasileiro

por enquanto é só

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Pra onde?



-Perfeito. criamos um slogan simples, marcante e direto. "Go"
Não não...perdão, é assim:
-Perfect. We created a simple slogan marked and direct. "Go"

Qual a diferença? O idioma. A final quem criou "Go" pra Visa sequer teve ânimo pra traduzir pra nós.

Não sei onde a Visa estava com a cabeça de usar esse slogan no Brasil. Ok, é um slogan de campanha dos EUA, mas e daí? Desde quando o Brasil fala em inglês?
Não sei se é preguiça de criar, descaso, despreparo, mas simplesmente pegar um slogan de campanha americano e tentar enfiar guela a baixo nos brasileiros é algo inexplicavelmente imbecil.

Há motivos pra se usar um termo em inglês? Pois motivos pra não usar eu sei muitos:
Além de nem todo mundo sabe o que significa Go, quem sabe fica pensando:
"Go, go, go". Pra onde diabos a Visa quer que eu vá?

Creio que "Go" em países de língua inglesa soe diferente do saudoso "Vá".

Vá comprar, vá gastar seu dinheiro, vá estourar seu orçamento, vá pagar taxas estratoféricas, vá vá vá pro inferno com um slogan tão ruim como esse.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Notas, agh!

Geralmente estudantes da área de humanas vêem com outros olhos suas notas escolares. Não que a gente pensa que somos mais do que uma avaliação numérica, dada por outro ser humano, que, obviamente tem mais conhecimento que nós, mas é perfeitamente capaz de se equivocar. Na verdade pensamos assim sim, pelo menos eu.



Tá, eu não fui tão mal assim. Mas se tivesse, eu não iria enfiar a cara no travesseiro chorando.

Ps. No trabalho abaixo (Cotas) eu tirei nota máxima. Eeeeeeee

Só pra constar.

Eu odeio amarelo, odeio fígado, odeio o novo Celta, odeio Excel, odeio Internet Explorer, odeio o São Paulo, odeio gerúndio, odeio a imperfeição, odeio Windows Media Player, Odeio Michael Angelo Batio, odeio Times New Roman, odeio sotaque carioca, odeio layout muito redondo, odeio propaganda de varejo, odeio assovios, odeio Campari, odeio roupas Ecko, odeio Linkin Park, odeio Truco, odeio a Globo, odeio sol na cara, odeio assimetria, odeio burocracia, odeio antipatia, odeio a Claro, odeio Allstar limpo.

Pronto, já sabem o que me dar de natal.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Falando por falar.

Já reparou nos animais com certas peculiaridades que existem no mundo?
O camaleão, que muda de cor de acordo com o ambiente em que se encontra, o gato que sempre cai de pé; a barata que se cortada sua cabeça, morrerá de fome; o ornitorrinco, que é mamífero mas não possui glândulas mamárias (solta leite pelo pêlo), bota ovo, da choque, excreta azul.
Mas e você? Você é o animal mais estranho do universo. Sua espécie vive tanto no frio extremo quando no calor escaldante, fica azul no frio, vermelho no calor, roxo quando morre, vermelho de vergonha, amarelo quando está doente, branco de medo.
É carnívoro, herbívoro, vegetariano, ovíparo, canibal. Come coisas que fazem mal, usa substâncias que só levam a prórpia destruição.
Vocês se destroem, se mutilam, se odeiam por pensarem diferente, por parecerem diferente, por viverem diferente.
Ri, chora, sente raiva, se desespera, ama, odeia, despresa...
Se você pensa que o ornitorrinco é um animal estranho, imagina o que ele pensa de você.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A genialidade eterna.

Paul McCartney, Ringo Starr, Jorge Harrison e John Lennon. Se o rock pudesse dizer uma só frase na vida, ele diria: "Obrigado, Beatles"



Dear Prudence tem a base mais perfeita que já ouvi na vida. E o mais incrível é que ela possui apenas 4 notas.
Beatles pra mim vai além da beatlemania, muito além das fãs fervorosas que choravam por eles, muito além dos milhões e milhões de álbuns vendidos, eles representam a revolução do rock e a simplicidade genial.

domingo, 5 de julho de 2009

Defender seu ideal. Sempre?

O trabalho final de Redação Publicitária deixou todos de cabelo em pé. Não só pela dificuldade de criação, mas pela dificuldade que temos de abdicarmos de nossos ideiais em prol do profissionalismo.

Nos foi passada a tarefa de criar 3 peças publicitárias. Uma alltype para jornal, um cartaz e uma página para revista com o tema: Cotas nas universidades.
Bom, fácil, muito fácil. A final quem tem o mínimo de discernimento tem uma pitada de opinião formada pra esse assunto. Mas se for sorteado se você vai defender ou ir contra?

Eu sou totalmente contra esse sistema de cotas. Basicamente defendo a idéia de que não devemos reformar o teto sem ter feito um alicerce de qualidade, pois, uma hora ou outra ele desaba em cima da cabeça de quem mora dentro, e quem reformou pouco se importa. Ou seja, não adianta querermos inserir pessoas a força em uma faculdade pela sua cor, devemos dar é um ensino de qualidade para que ela passe a concorrer de igual pra igual com todos.

Pronto, estava pronto nosso trabalho. Mas, fomos sorteados para DEFENDER as cotas. No começo eu achei péssimo, mas depois parei pra pensar mais e comecei a adorar a ideia. Eu ia ter de pensar algo contra meu próprio ideal. Eu mesmo me confrontaria, e isso eu achei sensacional.

Arguementos pra combater minha idéia básica sobre cotas eu não tenho, por isso achei melhor nem tocar no assunto. Parti pra outro lado, o lado romântico das cotas.

O tema central do trabalho era a injustiça que havia nas oportunidades de ingresso a faculdade para com as raças negra e indígena. E isso acontecia devido a um erro histórico onde as mesmas foram massacradas socialmente pelos nossos colonizadores.

Anúncio Alltype para jornal


Design: Rafael
Texto: Rafael e Alex

Como não pude usar imagens, demos uma "viajada" nas cores do anúncio. Em cima é evidente a separação do branco e do preto. Simboliza uma sociedade onde não há mistura entre raças e etnias. Já em baixo, o cinza representa a miscigenação do branco e preto, e a palavra UNE em vermelho representa também os indígenas.
Leitores de jornais geralmente gostam de números, dados, tabelas. Não que revistas também não gostem, mas o perfil de notícias de jornal são mais cotidianas. Por isso inserimos uma tabela que mostra a evolução do número de negros e indígenas ingressados nas faculdades.

Anúncio para revista (página dupla central)


Design: Rafael
Texto: Felipe

Para a revista, utilizamos um texto mais bem trabalhado. Utilizamos fatos históricos que mostram a injustiça (tema central do trabalho) para com as raças que mais sofrem com o ingresso a faculdade. Um formato de texto qual os leitores de revistas estão habituados. (quem disse que estudar Jornalismo junto com Publicidade não é bom?).
A imagem nos dá a noção de como a sociedade é desunida. As etinias (bolinhas coloridas) estão absolutamente separadas por suas cores e excluem impiedosamente a mais frágil. (no caso, a bolinha em menor número).

Anúncio para cartaz


Design: Rafael
Texto: Alex

Sem muitas palavras, afinal cartaz geralmente se lê em pé, e não há muita paciência para se ler em uma hora dessas. Um título impactante que desperta curiosidade e uma imagem que mostra a união que deve existir entre as raças.

Valeu a pena, gostei muito do resultado final. Não só pelas peças, mas pela capacidade que tivemos de ir contra o nossos ideiais e pela conciência que criei de que isso acontecerá muitas vezes.
Foi simples, simplesmente me imaginei trabalhando como publicitário no governo federal. Eles não querem saber se eu sou contra ou a favor, eles querem que eu defenda com unhas e dentes. A final eu seria pago (e muito bem) para isso.

domingo, 17 de maio de 2009

A chave de ouro.

Finalmente. Depois de 8 anos a "saga da cachaça" do Mike Portnoy (bateriasta, líder e principal compositor do Dream Theater) chega ao fim. 

Vazou na net, hoje, a música The Shattered Fortless do álbum que será lançado ainda no meio do ano. Música essa que finaliza os 12 passos contra o alcoolismo. Um problema que Mike Portnoy vivia na pele e vem escrevendo letras sobre isso desde 2001, em pelo menos uma música de cada álbum.

A saga começou em 2001 com The Glass Prison do álbum Six Degrees of Inner Turbulence, em 2003 This Dying Soul deu continuação, depois The Root of All Evil do Octavarium em 2005 e Repetance em 2007 pelo Systematic Chaos e enfim, finaliza em 2009 com a The Shattered Fortless com o álbum Black Clouds & Silver Linings.

Desde 2005 quando ouvi Octavarium (a música) pela primeira vez, eu não ficava tão animado ao ouvir uma música nova do Dream Theater. The Shattered Fortless me causou arrepios. Que pegada é essa! Remete muito o Dream Theater de Six Degrees Of Inner Turbulence. Algumas partes das outras músicas da saga são tocadas com arranjos diferentes, o que torna perfeita a finalização do "ciclo da cachaça".

terça-feira, 12 de maio de 2009

Santificado seja...

Há exatos 10 anos atrás um ídolo surgia de vez. Um ídolo santificado pela mídia e pelos torcedores. São Marcos. Exatamente o mesmo campeonato, exatamente defendendo pênaltis. E se tudo der certo, exatamente com o mesmo desfecho.





Ele não é respeitado apenas pela torcida do Palmeiras. Dei uma olhada pelas comunidades do Orkut por aí e fiquei muito feliz em saber que a torcida do Corinthians, Vasco, Atlético Mineiro, o respeita e sabe o que ele representa para o futebol. Já a torcida do São Paulo, melhor nem comentar, a final eles não tem culpa do goleiro deles ser o eterno reserva do nosso.

Ele parece aqueles heróis de filmes infantis. É carismático, humilde, brincalhão, bobão. Quem conhece sabe que tudo isso a níveis extremos e sem exagero. Mas o melhor de tudo, tem amor a seu time. Isso quase não existe hoje em dia, e felizmente temos o maior exemplo dessa espécie.

Dia 13 de maio de 2009. O santo opera quase 2 horas de milagres. 90 minutos de bola rolando e, 3 penaltis defendidos.
3, três, three. Três pênatis defendidos em uma mesma partida. Babem, pasmem, idolatrem. Esse é o nosso goleiro, nossa muralha, nosso santo.

Obrigado Marcos, mais uma vez.

sábado, 9 de maio de 2009

Site - DCE Frutal



www.dcefrutal.com.br
Site com área institucional, álbum de fotos, mural de recados, agendamento de eventos, envio de notícias e matérias e enquete.

PHP - Banco de dados MySQL
Estrturação web standards (div + css)
Layout: Photoshop

sexta-feira, 1 de maio de 2009

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Voz, o que é isso?



Hoje eu ri quando fui pronunciar minha primeira palavra do dia. Não tinha voz.
Repetindo o que eu disse há pouco tempo. Quem não experimenta seus sentimentos nos níveis mais extremos não merece nem ter nascido.

Semanas atrás meu Palmeiras perdia para o Santos e era eliminado do Campeonato Paulista, e claro, o mundo do futebol desmoronava pra mim.
Já ontem a história foi outra. Vi meu time jogando como deve jogar sempre. Quando esses jogadores colocam o coração na ponta da chuteira não tem time nesse mundo que segure.
Com um golaço no final do jogo, o Palmeiras se classifica para as oitavas de final da Taça Libertadores da América.
Gritei, gritei muito. E me parece que minha voz ficou no bar onde vi o jogo.
Parabéns Palmeiras.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Contra burguês, baixe Mp3



Faz um bom tempo que eu corro virtualmente atrás de música e nunca, nunca mesmo senti uma fração de remorso por fazer isso. Esse papinho de preservar os direitos dos artistas é uma mera amolação. Não dá mais, podem mudar o disco, gravadoras. A internet é algo tão poderoso que ninguém é capaz de barrá-la.
Eu até tenho uma singela coleção de cd's e dvd's originais, mas tem gente que nunca sequer comprou um cd e eu dou todo apoio. Ninguém é obrigado a pagar 50 reais para ouvir algo que está de graça por aí.


Cultura livre a todos, principalmente a esse país onde a música em evidência é tão pobre e as vezes não passa de lixo sonoro.

domingo, 26 de abril de 2009

Te desafio, Proust



Minha casa sempre foi repleta de livros. Nós nunca tivemos um espaço reservado a eles. Uma estante ou coisa parecida, mas sempre tivemos livros. Eles sempre estão jogados por aí ocupando espaço. De uns tempos pra ca eu ando reunindo na minha rack.
Nem todos eu li, aliás uma boa parte eu sequer abri. Eu literalmente julgo os livros pela capa. Não porque não me interesso em leitura, mas não me interesso por esses que me rondam.

Por volta dos meus 15 ou 16 anos, um primo estava rabiscando um livro na sala, quando minha tia notou, num ataque de fúria deu um grito: - Você tá rabiscando um Proust!
Proust, o que é isso? Por que esse livro é tão importante? Fiquei curioso e comecei a ler. A mesma tia me viu e disse que eu não daria conta de lê-lo, fiquei mais curioso ainda. Por que eu não daria conta? Fui descobrir o motivo logo na primeira página. A leitura é dificílima! Ok, Prost me venceu. Fechei o livro e nunca mais o li.

Desde então, Proust vem me acompanhando onde eu vou. Nunca desafiei novamente mas agora é a hora.

Lendo: Marcel Proust - No Caminho de Swann

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Trabalho - Títulos de Campanhas

Título, Essa palavra me assusta e me causa calafrios.
Deve ser porque eu abomino a mania que as pessoas tem de rotular. Na música por exemplo, se surge uma banda com uma linha totalmente diferente do que ja foi visto, o rótulo é assim:
Speed/Progressive/Power Metal Sinfônico.
Folk/Splatter/White Metal.
Quem abomina isso ainda mais do que eu são os próprios artistas.

Mas isso acima não tem nada a ver, foi apenas uma auto análise (eu ja disse que adoro fazer isso?) do porquê da minha dificuldade em titular as coisas. E eu sei que título é fundamental para uma campanha.

Marshmallow Peepers
“Diga Peepers”

A campanha mostrará crianças de 5 a 8 anos, em cada chamada será uma diferente. Tentando ensinar a falar a palavra marshmallow.
No final ela faz uma cara de desentendimento devido a dificuldade de pronunciar a palavra, aparecendo no canto inferior direito a frase: Diga Peepers.
O título “Diga Peepers” remete a idéia que Peepers deixa tudo mais simples.

Cerveja Bella
“A Bella é assim...”

Em cada anúncio (em revista e cartazes) a frase se complementará com uma imagem diferente.
“A Bella é assim... suave” – Com a imagem de uma mulher vestida com uma roupa curta de ceda.
“A Bella é assim... gelada” – Com a imagem de uma mulher vestida com uma roupa curta, sendo um short e uma blusa de frio (bem decotada) com toca.
“A Bella é assim... cremosa” – Com a imagem de uma mulher tomando sorvete e deramando na mão.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Suécia, eu te amo.

Pela quantidade de bandas de rock/metal progressivo suecas, eu creio piamente que lá devem existir bandas assim como no Brasil existe dupla setaneja.

The Flower Kings, Pain Of Salvation, A.C.T, Anakdoten, Symphony X, Opeth, Evergrey, Andromeda, Carptree...

Que país é esse!




ps. O que eu tenho de bobinho em se tratando de cinema, eu tenho de crítico ferrenho e insuportável em música. Ah, essa é minha área e aqui eu mando e demando.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Desventuras em Série



Definitivamente, eu não tenho senso crítico algum em se tratando de cinema. Eu quase me encaixo naquele grupo de pessoas que se sentem obrigados a terminar de assistir um filme só porque começou, mesmo ele sendo uma droga.

Eu reparei isso quando me peguei assistindo fervorosamente ao filme Desventuras em Série (A Series of Unfortunate Events) na Sessão da Tarde na quarta feira. Ele me fez lembrar outros filmes "infantis" que eu sentia a mesma coisa. Um deles deles é A Princesinha.

Senso crítico por cinema eu não tenho mesmo. Diretores que conheço, no máximo são Baz Luhrman, Fernando Meirelles, Victor Fleming, Quentin Tarantino e outros Hollywoodianos por aí. Mas depois de fazer uma auto-análise (como eu adoro fazer isso) eu descobri o porquê de gostar desse tipo de filme.

Quando pensamos em filmes infantis, qual o começo, meio e fim que esperamos? A felicidade dos mocinhos, os planos do vilão, a maldade do vilão e o sofrimento dos mocinhos, o final feliz.
Por que eu, particularmente, me interessaria por algo tão óbvio? Exatamente por isso, por ser óbvio. Eu sou muito afobado e se eu sei o que vai acontecer em alguma história eu já quero que aconteça logo, é diferente de filmes em que não sei o que acontecerá. E pasmem, torço pra que aconteça! Sim, eu sou uma criança que torce pros mocinhos nos filmes infantis.

Esse é o motivo de eu gostar desses filmes em geral, não só infantis. Mas esse, Desventuras em Série me chamou muito a atenção. Repetindo, eu não sei o que estou falando, entendo tanto de cinema quanto de propulsores espaciais. E pensar que entender de cinema é apenas assistir filmes de hollywood é o mesmo que achar que entender de música é apenas assistir MTV.
Jim Carrey como vilão pra filme infantil. Não tem como dar errado, o cara é perito na arte de ser mau e engraçado ao mesmo tempo. O visual é belíssimo as atuações dos atores mirins surpreendem. A história, apesar do final esperado é empolgante, e como eu disse, cheguei a torcer para tudo dar certo. Mas o melhor de tudo, apesar do desenrolar de conto de fadas, o filme todo tem um toque sombrio, o que deixa muito interessante.

Andei lendo por aí e vi que é história baseada em livros, e como qualquer outra adaptação, o livro é bem melhor.
Vou procurar ler um dia desses...

e-mkt - Posada O Sole Mio



Tudo fica mais belo com um pôr-do-sol. Todo pôr-do-sol fica mais belo com um rio.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Penso, logo desisto.

Ontem eu me peguei pensando:
"Como entrar pra história?"

Pensei por 10 segundos e desisti.
Duvido que alguém que entrou pra história pensou nisso antes de fazer o que mais sabia. Eles simplesmente fizeram. O resto foi consequência.

A vida é muito curta pra perdermos tempo pensando em entrar pra eternidade.

Quem é ela?





Quem é?
Onde vive?
Por que fecha os olhos?
Em que que está pensando?
Quais são seus sonhos?
Qual seu passado?
O que faz no presente?
O que quer para seu futuro?

Quem é você?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Cara, que isso?

Como eu amo a internet. Tanta coisa útil e interessante que achamos.
Ou não...

www.lalalalalalalalalalalalalalalalalala.com (Juro que ri até chorar desse)

www.pudim.com.br (clássico)

Orgulho oculto

Na minha faculdade antiga, toda a sala mantinha uma áspera divergência com uma certa professora e nos sintiamos indignados pelo nível dos profissionais que a faculdade enviava para nos orientar.

Eu, como adoro não ficar sem fazer nada, junto com um amigo com o mesmo espírito inquieto, cansamos de procurar a cordenação do curso para tomar as medidas para contornar a situação.

Por nos auto proclamarmos bode expiatórios do caso, a tal professora tomou uma birra gigantesca contra nós dois, prejudicando de toda forma possível o nosso grupo.
No final do semestre, foi passado um trabalho de criação de um cartaz para estilos de filmes, cada agência (grupo) ficou com um tema diferente.
Como sempre, eu fiz o texto e o meu amigo fez o layout. Mostrei o texto pra minha professora de Redação Publicitária e ela disse que estava ótimo. Ok, estava pronto o trabalho.

Pronto? Só faltava mostrar pra tal professora. Como era esperado, mil e um defeitos foram jogados na arte. O que nos deixou indignados foi o fato dela questionar coisas que usamos por livre iniciativa. Ela queria que a gente fizesse como ela teria feito, disse que aquela cor de fundo não estava boa, aquela fonte não era legal, a foto não era suficientemente boa... ou seja, ela não quis deixar a gente criar, quis tirar nossa liberdade. E quer tirar minha liberdade de criação é brigar feio comigo.

No mesmo trabalho, uma outra agência estava com dificuldade na criação da arte. Um amigo me pediu umas dicas e como eu tenho o coração bom eu acabei fazendo tudo pra ele. Foi maravilhoso e decepcionante ao mesmo tempo. A professora só faltou comprar a arte por milhões de dólares, nunca vi ela elogiar algo com tanta vontade. Criatividade, diagramação, cores, ela não achou um defeito sequer. E olha que eu tinha certeza absoluta que o nosso estava bem melhor.

Deu muita, mas muita vontade de esfregar na cara dela que fui eu quem o fiz, mas o bom senso fala mais alto. Fazendo isso eu prejudicaria a outra agência, então fiquei quieto. Ocultei meu orgulho, camuflei minha alegria e gargalhei por dentro. No final eu venci, mesmo que ela não saiba disso.

Valeu a pena? Sim, faria tudo denovo e de trás pra frente em língua inglesa. Eu sou meu maior crítico e meu pior inimigo, eu sabendo que fiz o que deveria ser feito já está passando de bom. O mundo saber é consequencia.

domingo, 19 de abril de 2009

Geração all star



Já se perguntou o porquê do sucesso dos tênis All Star? Eles não são bonitos e é muito mais confortável andar descalço do que com esses calçados em forma de torpedo. Algo além de beleza e conforto gira em torno disso, a ideologia.

No mercado de calçados atual existem opções que te dão a sensação de flutuar de tão confortáveis. Tênis lindos, bem feitos, cheio de detalhes de todas as cores e formas, mas mesmo assim nada vende como All Star.

Apesar de existirem infinitos modelos e cores diferentes, o All Star segue a mesma linha desde que foi criado. Tudo é muito simples e direto. Uma simplicidade que atrai milhões de fãs.

Mais do que tênis, mais do que calçar, ele representa uma geração. A geração que olha torto pra que o mercado tenta te enfiar garganta a baixo sem questionar.
Infelizmente, apesar de vender muito ainda, não é nossa geração que eu chamo de geração all star, mas sim aquela que viveu o final da década de 70 e o começo da década de 80, oriunda principalmente da Inglaterra.

Se você questionou o sucesso do tênis, questione o motivo do Punk Rock fazer sucesso também. É simples. Transforme o All Star em música. Eis que vem o Punk a tona. Simples e direto. Uma simplicidade que atraiu milhões de fãs.

No mercado da música da época existiam opções de bandas que te faziam flutuar de tão harmoniosas. Músicas lindas, bem feitas, cheias de detalhes, de todos as durações possíveis. A liberdade de criação era ilimitada, com solos de guitarra e teclado. A música era feita pela elite.

A geração all star se sentiu encurralada. Era formada por músicos que não tinham dinheiro pra aprender tocar seus instrumentos, na verdade não tinham dinheiro nem pra comprar um instrumento de qualidade. Em vez de quererem se adaptar de qualquer forma ao mercado, eles acreditaram em si mesmos e no que podiam fazer com o que tinham. E criaram um estilo que desmoronou todo rock pomposo da época.
As letras eram revolucionárias e continham críticas ácidas ao sistema que oprimia os menos favorecidos. O som era simples, feito por 4 acordes e cantada por vocalistas que não dominavam o mínimo de técnica possível.
Se não fosse o punk, hoje os shows de rock seriam executados em teatros, no lugar de rockeiros cabeludos iriam cavalheiros de smoking.

Essa geração provou que o que é simples e bem feito também pode ser mais bem vindo do que o que é virtuoso. Provou que menos, é mais...

Twitter



O céu já não é mais azul
Os pássaros não tem motivos pra voar
A brisa fresca foi tomada pelo mormaço do fogo

Que isso, tanta tragédia só porque meu twitter não é azulzinho fofo? Relaxem...

www.twitter.com/rafeww
Ainda pego o engraçadinho que usou RAFEW no meu lugar, ah se pego.

sábado, 18 de abril de 2009

Minha vida sem futebol.



Sábado, 11 de abril de 2009, 6 horas da tarde.
Primeiro jogo entre Palmeiras x Santos na semi-final do Campeonato Paulista. O Palmeiras podia jogar por um empate nos dois jogos porque terminou a primeira fase como líder na classificação.
Fui assistir o jogo no bar do CREP junto com meus amigos palmeirenses.
Keirrison faz o primeiro gol para o Palmeiras, mas no fim do jogo terminou 2x1 para o Santos. Ok, o jogo era na Vila Belmiro, um resultado até aceitavel. Tinhamos o jogo de volta pra dar o troco.
Sábado, 18 de abril de 2009, 6 horas da tarde.
O Palmeiras tinha que vencer por qualquer resultado que se classificaria. Mais uma vez fui assistir no bar do CREP e de cara o Santos faz 2 gols. Fui embora. Não por medo ou raiva do meu time. Mas dói mito ve-lo perder e o que os olhos não veem o coração não sente.

Pois bem, as vezes eu penso se não seria melhor não ter um time do coração. Não sofrer nunca por causa de um objeto redondo que deve ser arremessado dentro daquelas coisas brancas. Não xingar jogadores adversários por estarem fazendo o trabalho qual são pagos a fazer. Não ser motivo de xacota por seus amigos. Não entrar em depressão porque aqueles que são pagos pelo seu time não fazem o que deviam fazer.

Não seria bem melhor se não existisse futebol? Claro que não! Qual é a graça da vida se não nos depararmos com nossos sentimentos a níveis mais extremos? Amor/ódio, alegria/tristeza, euforia/depressão.
Tenho pena daquele que não tem um time do coração e nunca terá uma depressão pós derrota.

Parabéns Santos. Venceram com méritos, e boa sorte na final.
Palmeiras, bola pra frente. Temos muito a vencer esse ano ainda.